Hekel Tavares









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Conforme já mencionei em diversas páginas desse Site, tenho grande predileção tanto pela Música Caipira Raiz, como também pela Música Erudita, ou seja, a Música Clássica, ou, como o Apreciador preferir, a Música de Concerto, composta pelos Grandes Mestres, tanto do Brasil como também do Exterior!!!

Tanto é que esse site já possui uma página dedicada ao Heitor Villa-Lobos, por ter sido ele, não apenas um dos maiores Compositores Eruditos do Brasil, como também um dos melhores Pesquisadores do nosso Riquíssimo Folclore!!!

Quero, nessa página, homenagear também esse Grande Compositor que foi excelente, não apenas na Autêntica Música Caipira Raiz (fazendo parte do Repertório de excelentes Intérpretes do quilate de Pena Branca e Xavantinho e também de Inezita Barroso, apenas para citar alguns exemplos!!!), mas que também se destacou brilhantemente na Música Erudita Brasileira, tendo composto inclusive um Belíssimo Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras, sobre o qual falarei com mais detalhes logo adiante!!!

Brilhante Compositor, Maestro, Arranjador, Pianista e Folclorista Alagoano, Leopoldo Hekel Tavares da Costa nasceu em Satuba-AL no dia 16/09/1896 e faleceu no Rio de Janeiro-RJ no dia 08/08/1969. Alguns biógrafos mencionam o mês do nascimento do Compositor como sendo Junho, em vez de Setembro; eu, particularmente, confio mais na informação de ter sido em Setembro, pois a mesma é originária do Site do Instituto Moreira Salles, com informações e parte do Acervo Musical que foram fornecidas pelo seu filho Alberto Hekel Tavares.

Hekel Tavares era filho de Elisa Cardoso Tavares da Costa, que era Pianista, e do Comendador João Tavares da Costa, que era Flautista. Criado em Maceió-AL, Hekel conviveu com a Música Tradicional expontânea dos Repentistas, Cantadores de Desafios, além de Folguedos tais como Reisados e Congadas, os quais exerceram bastante influência no seu Estilo Musical.

O pequeno Hekel já mostrava interesse pela Harmônica e também pelo Cavaquinho e, pouco tempo depois, passou a estudar Piano com uma Tia-Avó Paterna. Diga-se de passagem: contra a vontade de seu Pai, que preferia, de início, ver o filho dedicado à Contabilidade!

Por imposição de seu Pai, Hekel Tavares foi matriculado no Colégio dos Irmãos Maristas, no vizinho Estado de Pernambuco. Estimulado pelos Professores, Hekel também tocava Órgão e cantava no Coral da instituição.

Até que, no ano de 1921, quando contava 24 anos de idade, ele se mudou para o Rio de Janeiro-RJ, então Capital Federal, onde passou a estudar Harmonia, Composição, Contraponto, Fuga e Instrumentação com J. Otaviano. Hekel também foi aluno do Maestro e Compositor Francisco Braga (o Compositor da Música do Hino À Bandeira Nacional, além da Ópera "Jupira") e também do Compositor Henrique Oswald, tendo sido este último responsável por encaminhá-lo para a Composição, induzindo-o abandonar a ideia de ser Concertista.

Como Compositor, por outro lado, Hekel Tavares sempre foi praticamente um autodidata: não chegou a ter diploma de forma alguma. Hekel costumava mostrar sua Obra Sinfônica ao Maestro e Pianista Souza Lima, que, por sua vez, há vários anos orientava Hekel Tavares nesse terreno.

Como não poderia deixar de ser, Hekel Tavares teve uma brilhante etapa de amplo sucesso no setor da Música ligeira e popular.

Hekel Tavares também foi Influenciado pelas idéias nacionalistas do movimento que culminou com a famosíssima Semana de Arte Moderna, que teve lugar no Theatro Municipal de São Paulo-SP, no ano de 1922, tudo isso ao lado de excelentes Compositores Brasileiros tais como Waldemar Henrique, Marcelo Tupinambá, Henrique Vogeler e Heitor Villa-Lobos.

Hekel Tavares iniciou no ano de 1926 a sua Carreira como Compositor e Pianista do Teatro Musicado. Foi nessa época que ele compôs a Música Incidental para a peça "Stá na hora" de Goulart de Andrade, encenada no Teatro Glória. Hekel também foi Regente da Orquestra na revista "Plus-Ultra", no mesmo Teatro.

No ano seguinte, Hekel Tavares musicou a peça de estréia do Teatro de Brinquedo (idealizado por Álvaro Moreira e outros), o qual funcionava no subsolo do Teatro Cassino Beira-Mar. Além de ter musicado a peça de estréia, Hekel também foi o Pianista desse espetáculo e de outros que vieram a seguir.

Tal experiência com o teatro ligeiro e elegante teve pouca duração, pois ainda era bastante reduzido o público da alta classe média, para o qual eram destinadas tais Apresentações. O Compositor Alagoano também trabalhou para algumas revistas populares na Praça Tiradentes.

Ainda no mesmo ano de 1927, Hekel teve suas primeiras Composições gravadas: "E nada mais..." (Hekel Tavares - Adelmar Tavares) (Lado B do Disco 78 RPM Nº 10059-B da Odeon) e "Vê, Cada Estrela é um Passarinho" (Hekel Tavares) (Lado B do Disco 78 RPM Nº 10060-B da Odeon), ambas na interpretação de Roberto Vilmar.

Também na Odeon. Em 1928, o Rei da Voz, Francisco Alves, gravou sua Marcha "Josefina" (Hekel Tavares - Lamartine Babo) (Lado B do Disco 78 RPM Nº 10097-B da Odeon) e, em dueto com a Atriz e Cantora Rosa Negra, o Fox-Trote "Moleque Namorador" (Hekel Tavares) (Lado A do Disco 78 RPM Nº 10110-A da Odeon).

E foi nesse mesmo ano de 1928 que Hekel Tavares veio a conhecer seu primeiro sucesso: a Toada "Sussuarana" (Hekel Tavares - Luís Peixoto), que foi gravada pela primeira vez pelo Gastão Formenti! (Lado A do Disco 78 RPM Nº 10171-A da Odeon).

Com o que ganhou em seus primeiros Trabalhos realizados, Hekel Tavares mandou construir no Alto da Gávea, no Rio de Janeiro-RJ, um "tapujar", que é uma residência típica inspirada nas habitações rústicas das Alagoas, seu estado-natal. Hekel adquiriu também uma fazenda em Ribeirão Preto-SP.

Seu Casamento, em 1934, com Martha Dutra Tavares, influenciou bastante a sua carreira de Compositor Erudito; foi quando Hekel passou a se dedicar à Música de Concerto.

Foi durante o período entre 1934 e 1935, praticamente "recluso", que Hekel Tavares compôs uma Suíte Sinfônica em Seis Quadros intitulada "André de Leão e o demônio de Cabelo Encarnado - Opus 104 - Nº 1", tendo sido essa a sua primeira Composição Musical Erudita, e que foi musicada a partir de um Poema de Cassiano Ricardo (1895 - 1974) (do livro "Martin Cererê"), no ano de 1935. Essa Composição focaliza a epopéia do Bandeirante André e os problemas por ele enfrentados com o Curupira (Personagem Folclórico Brasileiro), e teve seu "libreto" ilustrado por Osvaldo Goeldi.

Essa Suíte é formada por 6 Movimentos (ou 6 Quadros):

I) Andante Con Moto
II) Tempo Di Marcia
III) Scherzo
IV) Andante Ma Non Troppo
V) Andante Sostenuto
VI) Finale In Modi Di Romanza

Necessitando de fundos para gravar a Peça Erudita e executá-la em público, Hekel vendeu sua casa da Gávea. E, em 1937, a Suíte finalmente teve sua estréia.

Antes de "André de Leão e o demônio de Cabelo Encarnado", Hekel Tavares havia musicado duas Operetas Infantis escritas por sua Esposa: "O Sapo Dourado" e "O Gaúcho".

Tendo sido um Compositor praticamente "Autodidata", ao entrar no terreno da Música de Concerto, Hekel Tavares enfrentou "resistência" por parte de outros Músicos e, como não poderia deixar de ser, também da crítica...

Uma de suas mais célebres Composições Musicais é o "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2", composto durante um período de seis meses que Hekel Tavares passou em sua fazenda em Ribeirão Preto-SP. Inclusive, o Piano do Compositor foi para lá transportado em um Carro de Boi...

Hekel Tavares concluiu a Composição desse Concerto em Formas Brasileiras no ano de 1938. E foi no ano de 1941 que a consagrada pianista Antonieta Rudge estreou o "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2", o qual possui 3 Movimentos:

I) Modinha (Tempo de Batuque - Lento Com Simplicitá)
II) Ponteio (Largo - Molto Cantabile ed Expressivo)
III) Maracatu (Lento, Ma Vigoroso)

Esse Concerto já foi interpretado pelos mais renomados Solistas de Piano, tais como Guiomar Novaes, Souza Lima, Felícia Blumenthal e Arnaldo Cohen, apenas para citar alguns!!!

No período entre 1949 e 1953, Hekel Tavares percorreu vários Estados do Brasil com o apoio do então Ministério da Educação e Saúde Pública, tendo recolhido expressivo Material Folclórico.

Notavelmente, Hekel Tavares viveu exclusivamente de sua Música, tendo inclusive vendido a fazenda e a sua casa (conforme já mencionado acima) para poder viabilizar a edição de suas Obras Musicais.

Vasco Mariz também menciona Hekel Tavares, em seu Livro "História da Música no Brasil" (publicado em 1981 pela Editora Civilização Brasileira - Rio de Janeiro-RJ):

"Heckel Tavares foi um Compositor que passou muitos anos na 'fronteira entre o Erudito e o Popular'. Ficou famoso muito cedo, através de suas canções populares com espírito folclórico. Depois, tentou penetrar no terreno da Música Clássica e encontrou resistência de seus colegas e, sobretudo, da crítica especializada. Retraiu-se e viveu à parte do movimento musical brasileiro, mas sempre em atividade criadora. Estudou, aperfeiçoou-se, editou sua própria Música, gravou-a em discos, distribuiu-a aqui e no estrangeiro, vendeu-a com relativa facilidade e realizou esse ideal extraordinário do Artista que é viver exclusivamente do produto de sua Arte, sem recorrer a 'bicos' ou ao ensino. Sua Obra é volumosa e merece apreciação bem mais cuidadosa do que lhe foi concedida."

O texto acima é citado por Helô no Portal Luis Nassif!

Hekel Tavares faleceu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 08/08/1969, pouco antes de completar seus 73 anos de idade...

Em 2006, por meio de um convênio firmado com a Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT), o Instituto Moreira Salles recebeu parte do preciosíssimo Acervo Musical de Hekel Tavares, composto por uma pequena coleção de Partituras, produzidas por copistas e encadernadas, além de 13 Discos 78 RPM. Mais tarde, seu filho Alberto Hekel Tavares também cedeu ao IMS um álbum com 65 imagens fotográficas e um caderno com aproximadamente 100 recortes de jornal.

Algumas Composições Populares de Hekel Tavares:

  • Banzo (Hekel Tavares - Murilo Araújo)
  • Casa De Caboclo (Hekel Tavares - Luiz Peixoto)
  • E nada mais... (Hekel Tavares - Adelmar Tavares)
  • Engenho Novo (Tradicional - Adaptação: Hekel Tavares)
  • Favela (Hekel Tavares - Joracy Camargo)
  • Funeral de um Rei Nagô (Hekel Tavares - Murilo Araújo)
  • Guacyra (Joracy Camargo - Hekel Tavares)
  • Josefina (Hekel Tavares - Lamartine Babo)
  • Leilão (Hekel Tavares - Juracy Camargo)
  • Moleque Namorador (Hekel Tavares)
  • Morena Morena (Hekel Tavares)
  • Nana Nanana (Hekel Tavares - Ribeiro Couto - Manuel Bandeira)
  • Papa Curumiassú (Hekel Tavares - (Indígena))
  • Sussuarana (Hekel Tavares - Luiz Peixoto)
  • Vê, Cada Estrela é um Passarinho (Hekel Tavares)


  • Clique aqui e ouça "Leilão" (Hekel Tavares - Juracy Camargo), interpretada pela inesquecível Dupla Pena Branca e Xavantinho, que é a oitava faixa do CD "Coração Matuto", gravado em 1998, na Gravadora Paradoxx (Nº 1607004-1). E, diga-se de passagem, esse foi o último CD gravado pelo Xavantinho, que havia partido para o Oriente Eterno.·. no ano seguinte... Arquivo postado no YouTube.

    Clique aqui e ouça "Leilão" (Hekel Tavares - Juracy Camargo), interpretada pela "Madrinha" Inezita Barroso, acompanhada pelo Regional Viola Minha Viola, no inesquecível Programa Viola Minha Viola!!! Arquivo postado no YouTube no dia 29/06/2012 pela TV Cultura de São Paulo-SP.

    Sem dúvida, "Leilão" (Hekel Tavares - Juracy Camargo) é uma das mais lindas Composições Populares de Hekel Tavares e, ao prestar atenção na letra, não há como não se emocionar até as lágrimas com o sofrimento do Escravo que vê sua amada sendo vendida a um comprador que só se interessou pela Escrava, mas não pelo Escravo, que se viu para sempre separado de sua Amada... Mesmo depois de "... quando veio de [Princesa] Isabel as Alforrias...", como encontrar a Amada num Brasil tão imenso? Essa é a Música, cujo trecho, o Apreciador ouve ao acessar essa página, na interpretação da inesquecível Dupla Pena Branca e Xavantinho...

    Quanto ao seu Repertório de Concerto, o mesmo, "desgraçadamente" é pouquíssimo conhecido, mesmo pelos Melhores Apreciadores da Música Erudita!!!

    Sabe-se, porém Hekel Tavares deixou mais de uma centena de Composições Editadas, incluindo Obras para Piano e Violino, Coro Misto, Solistas Diversos e Coros Infantis.

    Não resta dúvida que sua mais conhecida Composição é o já mencionado "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2", o qual possui 3 Movimentos, baseados nos Riquíssimos Ritmos da Região Nordeste do Brasil!!!

    Consta também que Hekel Tavares deixou algumas Composições inacabadas, como é o caso de sua "Rapsódia Nordestina" e de sua "Fantasia Brasileira", ambas para Piano e Orquestra, e também o Drama Folclórico "Palmares".

    No dia 31/07/2017, às 17:00, no Programa Fim de Tarde, na excelente Rádio Cultura FM de São Paulo-SP (103,3 MHz), o Maestro Júlio Medaglia homenageou o Compositor Hekel Tavares e apresentou, dentre outras, sua Composição "Favela" (Hekel Tavares - Joracy Camargo), interpretada pelo Sylvio Caldas!!! Essa gravação também pode ser ouvida nesse link do Instituto Memória Musical Brasileira!

    O mesmo Programa, também brindou o Apreciador com o Concerto para Violino e Orquestra de Hekel Tavares, interpretado por Oscar Borgerth (violino), acompanhado pela Orquestra sob a direção de Hekel Tavares. Não constava na programação o nome da Orquestra.

    Acredito, porém, que a gravação que foi tocada nesse Programa Fim de Tarde, seja oriunda do LP Hekel Tavares - 2 Concertos Em Formas Brasileiras, lançado em 1962 pela gravadora Metrônomo (CXF 3080), um dos pouquíssimos Discos que foram gravados com a Obra de Hekel Tavares. No Lado A desse LP, a Orquestra Sinfônica Nacional, sob a Regência do próprio Hekel Tavares, interpreta o "Concerto Para Violino e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 107 - Nº 4" de Hekel Tavares, tendo como Solista o Violinista Oscar Borgerth. E, no Lado B do mesmo LP, o já mencionado e famoso "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2", com a mesma Orquestra e Regente, tendo como Solista o Pianista Souza Lima!!!

    O "Concerto Para Violino e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 107 - Nº 4" de Hekel Tavares também é formado por 3 Movimentos:

    I) Modinha - Andante Con Moto - Allegro
    II) Louvação - Lento
    III) Ponteio - Allegro Risoluto - Sostenuto - Allegro Vivace

    E, sobre esse importantíssimo LP, um interessante comentário feito por Alberto Hekel Tavares, filho do Compositor Hekel Tavares, publicado no site Vinyl Maniac:

    " A primeira gravação de uma Orquestra Sinfônica realizada no Brasil foi em 1936. Também foi um trabalho independente de Hekel. Suite Sinfônica "André de Leão e o demônio de Cabelo Encarnado", sobre um Poema do Poeta Paulista Cassiano Ricardo (Livro 'Martin Cererê'). Esta Orquestra, foi o 'embrião' da Orquestra Sinfônica Brasileira, fundada em 1940. Nesta gravação, faziam parte da Orquestra Eleazar de Carvalho (Tuba) e Claudio Santoro (Violino). Foi lançado um album com esta gravação, que trazia um trabalho de 6 gravuras de Oswaldo Goeldi. Foi também, o primeiro trabalho comercial de Goeldi. Todas as gravações de Hekel, foram independentes. Escrevia a Música, pagava o copista, alugava o estudio, pagava a Orquestra e mandava cofeccionar os Discos e pagava a gráfica pelas capas. Depois, ia vender o seu disco nas lojas Breno Rossi em SP, Carlos Wers, Moara e outras. Havia também, um comprador no Sul, que revendia para a Argentina e Chile. Viveu unica e exclusivamente da sua Obra! Nunca teve nenhum emprego. Sua Obra hoje, é mais divulgada no exterior do que no Brasil. Arnaldo Cohen toca com a Filarmônica da Malasya em Maio de 2010, o seu Concerto para Piano. "

    Conforme já mencionei, foram pouquíssimos Discos gravados com a Obra Erudita de Hekel Tavares. Além do LP mencionado acima, foi lançado também, em 1982, pela gravadora "Estúdio Eldorado", esse que foi o primeiro Disco gravado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), sob a Regência do Maestro Eleazar de Carvalho e, no Solo de Piano, Pietro Maranca. No Lado A, o já mencionado "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2"; e, no Lado B, a também já mencionada Suíte "André de Leão e o demônio de Cabelo Encarnado - Opus 104 - Nº 1"!!!

    Clique aqui e ouça, na íntegra, a Suíte "André de Leão e o demônio de Cabelo Encarnado - Opus 104 - Nº 1" de Hekel Tavares, em seis movimentos, interpretada pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), sob a Regência do Maestro Eleazar de Carvalho, gravação oriunda do CD supra-mencionado, num arquivo postado no YouTube.

    Quero aqui dar também um destaque especial ao CD gravado ao vivo em 2002, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro-RJ, em comemoração aos 50 anos da Petrobras!!! Nesse CD, a Orquestra Sinfônica Petrobras Pró-Música (OPPM), sob a Regência do Maestro Roberto Tibiriçá e, no Solo de Piano, Arnaldo Cohen, brinda o Apreciador com o "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2" (Hekel Tavares), além de duas excelentes Obras de Heitor Villa-Lobos: "Choros Nº 6 para Orquestra" e o famosíssimo "Trenzinho do Caipira" (a Toccata que encerra a Suíte "Bachianas Brasileiras Nº 2)!!!

    Clique aqui e ouça, na íntegra, a essa gravação do "Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras - Opus 105 - Nº 2" de Hekel Tavares, interpretado pela Orquestra Sinfônica Petrobras Pró-Música (OPPM), sob a Regência do Maestro Roberto Tibiriçá tendo como Solista o Pianista Arnaldo Cohen, num arquivo postado no YouTube.





    Obs.: As informações contidas no texto dessa página são originárias principalmente dos Sites: Recanto das Letras, Orquestra Sinfônica Petrobras Pró-Música (OPPM), Maestro Roberto Tibiriçá, PQP Bach, Academia Brasileira de Letras - Cassiano Ricardo, Alagoas Boreal, Vinyl Maniac, Portal Luis Nassif, Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, IMMUB - Instituto Memória Musical Brasileira, Fundação Joaquim Nabuco e Instituto Moreira Salles.

    Ver também mais detalhes e links na página Para saber mais... onde constam as Referências Bibliográficas sem as quais a elaboração desse site teria sido impossível.



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