Nessa página, o Apreciador irá perceber o esforço que vem sendo feito para que a Tradição da
Música Caipira Raiz não morra jamais pois, para nossa felicidade, há muita gente jovem que
vem "soltando sua voz" e valorizando a Viola e a Cultura do Interior Musical de Nossa Terra e
Nossa Gente!!
Entre esses jovens compositores e intérpretes, vários deles nasceram em "Cidade Grande" e
"fizeram o caminho inverso dos pioneiros", indo para o Interior, tanto para a pesquisa, como
também para viver e encontrar inspiração para desenvolver seu maravilhoso trabalho.
Vários deles também são de Formação Universitária em áreas totalmente diferentes da Música,
sendo que, de início, começaram a se dedicar à Arte Musical por "hobbie", até que acabaram
escolhendo a Carreira Artística como ocupação principal!
Podemos perceber também nesses jovens talentos uma "evolução do estilo", uma "modernização",
porém de uma forma que o "Sentimento Interiorano" e a "Alma do Caipira" continuam existindo!
A presente página também tem muito em comum com a página dedicada aos
Solistas de Viola
já que muitos deles também são "Novos Caipiras". No entanto, considerei como "Solistas de Viola"
aqueles que em geral interpretam suas composições ou músicas de outros compositores em
versões instrumentais, ou em outras palavras, em solos do tradicional instrumento Caipira Raiz,
com ou sem acompanhamento de outras formações instrumentais. Não quer dizer que os "Solistas de
Viola" nunca "soltem a voz": alguns deles também têm belíssimas interpretações vocais, como é o
caso de
Adauto Santos,
por exemplo.
Também excelentes compositores e intérpretes como
Renato Teixeira,
Almir Sater,
Pena Branca
e também
Zé Mulato e Cassiano
são considerados como "Novos Caipiras", já que eles
continuam em plena atividade nos tempos atuais. E eles também têm seu lugar nesse site
nas páginas a eles dedicadas.
Podemos, de uma certa forma, considerar a página dos "Solistas de Viola" e as páginas dos
músicos acima citados como sendo "páginas complementares à página dos Novos Caipiras".
Acredito que esta será portanto uma página "em constante crescimento" já que, para nossa grande
alegria, existem "Músicos Com M Maiúsculo" que optam por "seguir na contramão" dos
interesses mega-financeiros das gravadoras comerciais e optam por gravadoras menores e menos
lucrativas, porém com opção pela Qualidade. Há também os que optam por produções independentes
de seus trabalhos discográficos, para que possamos adquirir CD's de uma Cultura Musical que
continua resistindo e que não deverá morrer jamais!! Parabéns aos "Novos Caipiras" pela coragem,
determinação e amor ao que fazem!!
Conheça então um pouquinho do trabalho de "Novos Caipiras":
Aparício Ribeiro
Armindo Nogueira
Cesar e Caio
Chico Lobo
Cláudio Lacerda
Dércio Marques
Fernando e Osmair
Geraldo Viola e Dino Guedes
Jackson Antunes
Joaci Ornelas
João Araújo e Viola Urbana
João Ormond
Juliana Andrade
Levi Ramiro
Marcos Mesquita
Noel Andrade
Passoca
Pereira da Viola
Rodrigo Mattos
Simões e Santana
Tavinho Moura
Téo Azevedo
Vanderley e Valtecy
Viola Quebrada
Violeiros Matutos
Yassír Chediak
Zé Paulo Medeiros
E, com certeza, mais gente nova estará presente nessa página, que será constantemente atualizada!
Aparício Ribeiro:
"Da minha varanda,
a brisa no rosto;
o cheiro adocicado no ar;
a algazarra dos passarinhos;
a beleza da vegetação;
o céu tingido por matizes avermelhados;
o sol declinando lentamente;
o fim do dia;
a hora da Ave-Maria;
a paz;
o sonho de gravar este disco."
(Apresentação no encarte do CD "Sonho de Violeiro" de Aparício Ribeiro lançado pela
VBS Produções e Eventos).

Da família humilde, Aparício Ribeiro é natural de Patos de Minas-MG, onde foi músico amador, até os 21 anos. Reside em Brasília-DF desde a década de 70.
Também foi lustrador de móveis, marceneiro, professor de matemática,
dentre outras diversas atividades.
Bacharel em Direito, formado em 1982 pelo CEUB-Brasília, Aparício soube conciliar suas atividades profissionais com a Música e também foi funcionário de carreira do Banco Central, onde trabalhou durante 24 anos, até sua aposentadoria em Março de 2001.
Autodidata, desde a infância, Aparício ouvia duplas como
Tonico e Tinoco,
Nenete e Dorinho e
Tião Carreiro e Pardinho,
entre outras. Também transitou pela Jovem Guarda tocando guitarra e
baixo eletrônico e incursionou também na Seresta, com Voz e Violão.
Nunca deixou de apreciar, no entanto, os ritmos genuínos tais como Cururu, Cateretê, Moda Campeira, Toada, Querumana e Moda de Viola.
Em 1993, fundou, com
Volmi Batista
o "Clube do Violeiro Caipira de Brasília", entidade sem finalidades lucrativas, objetivando resgatar e valorizar a autêntica Música Caipira, Regional e Folclórica.
Produziu e apresentou, também com Volmi Batista, o programa "Violas e Violeiros", que foi ao ar pela Rádio Cultura FM de Brasília-DF (100,9 MHz), de Março de 1996 a Janeiro de 2001. O programa ia ao ar das 6 às 7 da manhã, de Segunda a Sexta-Feira e chegou a alcançar o 4º lugar em audiência no rol das emissoras FM do Distrito Federal.

Quero destacar o CD "Sonho de Violeiro", produzido pelo próprio Aparício Ribeiro e lançado pela
VBS - Viola Brasileira Show,
no qual Aparício interpreta brilhantemente 13 composições inéditas de sua autoria. O CD conta
também com a participação de Alexandre Alves Silva no Violão e também as vozes de Milena
Tibúrcio (na moda campeira "Fazenda Os Pato"), e de Marcos Mesquita (no pagode "A Morena e
a Viola"), além do toque de Violão de João Monteiro da Costa Neto, o Cassiano da dupla
Zé Mulato e Cassiano
nas faixas 1, 3, 8 e 10 ("Coisa Boa É...", "Amanhecer na Roça", "Conceito de Felicidade" e
"A Morena e a Lua").

Quero destacar também segundo CD de Aparício Ribeiro, lançado recentemente, intitulado
"Dança das Formigas", cuja faixa-título é uma música instrumental de sua autoria, composta
quando Aparício observava em sua chácara um formigueiro, onde as "cortadeiras", em seu
vai-e-vem, "executavam uma verdadeira dança", no trabalho de abastecer o formigueiro com
provisões. Segundo Aparício,
"...um exemplo para nós humanos dentro daquele princípio de
que 'a união faz a força'...". Esse CD, de produção independente, conta com a participação
de Rogério Caetano no Violão, Valerinho no Cavaquinho e também no Pandeiro, além de Cláudio
Alves Tadeu (o Claudão) no Contrabaixo e também na Percussão. Gravado no Studio Factory Sound
em Taguatinga-DF entre Janeiro e Julho de 2003; projeto gráfico de Sílvio Ferigato
(Comunicare). Além da autêntica Música Caipira Raiz e do toque da Viola, Aparício também nos
brinda com uma "deliciosa volta ao passado" no romantismo das Serestas em composições como a
Toada-Canção "Praça dos Bandeirantes" e o Samba-Canção "Eu E Ela", ambas de sua autoria. Vale a
pena ouvir!!
Tive a felicidade de conhecer Aparício Ribeiro no final de Janeiro de 2004, por ocasião do IV Encontro de Folias de Reis do Distrito Federal (ver mais informações sobre o evento na página dedicada à dupla
Zé Mulato e Cassiano).
Na foto abaixo, Grillo no Acordeon, Aparício Ribeiro na Viola,
Volmi Batista
no Violão e Barata na Percussão, num momento bem descontraído na residência de Volmi em 04/02/2004:

Tive também a oportunidade de assistir a uma apresentação de Aparício Ribeiro por ocasição
do II Encontro de Violeiros que teve lugar em Ribeirão Preto-SP nos dias 13 e 14/03/2004.
Na foto à esquerda, Ricardinho e Aparício Ribeiro. E, na foto abaixo, a apresentação de
Aparício Ribeiro no mesmo Encontro, em 14/03/2004.
E, na foto abaixo, da esquerda prá direita,
Volmi Batista,
Dércio Marques, Ricardinho e Aparício Ribeiro, por ocasião da apresentação do Violeiro Dércio
Marques no SESI de Taguatinga-DF no dia 26/01/2007:
Contato para shows e venda de CDs:
VBS Produções:
(61) 3301-1267, (61) 3301-5888 ou (61) 9964-7945
Aparício Ribeiro:
(61) 354-8318 ou (61) 9964-7114
e-mail:
aparicioribeiro@bol.com.br
aparicioribeiro@pop.com.br
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Armindo Nogueira:
"Numa época em que a maioria dos cantores regravam antigos sucessos, surge o Violeiro
Armindo Nogueira lançando seu primeiro CD "Armindo Nogueira - Regional Caipira" com músicas
inéditas, tocando viola e Craviola, ajudando a resgatar a nossa verdadeira Música Caipira de
Raiz." (A Folha de Samambaia e Grande Brasília - edição de 28 de fevereiro de 2003).
Esse "Verdadeiro Caipira Brasileiro" nasceu numa casa velha da fazenda, nos arredores de
Santana dos Brejos-BA, na região do Médio-São Francisco. Viveu alguns anos em Sítio do Mato, uma vila
ribeirinha do então município de Bom Jesus da Lapa-BA, onde Armindo teve contato
com lendas, mistérios e estórias do Velho Chico, como é conhecido carinhosamente o famoso Rio
São Francisco!
De volta à bonita e "energizada" Santana, Armindo Nogueira alternou sua juventude entre os
estudos no perímetro urbano e a vida pacata na roça, adquirindo assim um extraordinário
conhecimento de nossa verdadeira e autêntica Cultura Caipira.
Dessa forma, Armindo tem em sua bagagem curricular um pouquinho da "mística" da Viola Caipira,
dos rezadores e das benzedeiras da região do Médio São Francisco.
No toque da Viola, é autodidata; dono de uma incrível habilidade na arte de tocar o tradicional
instrumento musical Caipira Raiz, Armindo Nogueira acredita que
"...pra aprender a tocar
Viola, não há tanta necessidade de professor, nem "pactos", ou coisas parecidas: é muito fácil:
bastam três coisinhas básicas: Persistência, Dom (que só Deus dá) e possuir uma Viola, é
claro..."
Ainda jovem, Armindo se mudou para o Distrito Federal, na Região Centro-Oeste, o que lhe
propiciou a convivência com a Viola Caipira, através de violeiros da região, tendo ouvido
diversos tipos de música, e tendo também participado de bandas que tocavam diversos estilos
musicais. Prevaleceram, no entanto, suas Raízes, ou seja, o Interior, a nossa
genuína Música Caipira Raiz!

Em sua carreira musical, Armindo passou pela MPB, Pop-Rock, Sertaneja (
"Urbaneja"), e
outros estilos mais, até descobrir que a "volta às origens" seria mais propícia para o
desenvolvimento do seu belíssimo trabalho, voltado para o lado cultural e menos comercial.
E, por não viver só da Viola, Armindo Nogueira tem o privilégio de produzir seu trabalho
longe das
"influências comerciais". Também por esse motivo, demorou prá lançar o
primeiro CD (Regional Caipira)! Mas, compensou! O resultado valeu a pena, enriquecendo o
Repertório Cultural Brasileiro! Na foto acima e à esquerda, Juca Violeiro,
Aparício Ribeiro
e Armindo Nogueira, por ocasião do show "Viola Caipira Em Três Estilos",
realizado em Brasília em Novembro de 2004.

Seu primeiro CD ("Regional Caipira" - lançado em Dezembro de 2002), trás no título a proposta de
um trabalho voltado para a Música Caipira Raiz. O mesmo foi gravado e mixado no Studio GR1 em
Taguatinga-DF e foi masterizado na Capital Paulista. Trata-se de um CD de produção independente
que já recebeu diversos elogios, como sendo um trabalho diferente e bem Caipira, tendo
levado Armindo Nogueira a diversos convites para apresentações e shows!

Gravado também no Studio GR1, seu segundo CD ("As Curvas Do Meu Caminho" - lançado
em Outubro de 2004), trilhou os mesmos
caminhos técnicos do primeiro CD. Em "As Curvas Do Meu Caminho", Armindo explora mais os
ritmos como as velhas Toadas, sem fugir de sua proposta inicial: um trabalho voltado
exclusivamente para a Cultura dos Sertões Brasileiros.
Combinando as influências das Regiões Nordeste e Centro-Oeste, num interessante “hibridismo
cultural”, Armindo produz um trabalho sui-generis, diferente, com sons mais suaves, apesar
da Viola Caipira ser um instrumento "bastante agudo", versando com muita propriedade, sobre
temas inerentes ao dia-a-dia do Caboclo, do Caipira Brasileiro.
"Não resisti à tentação" de citar textualmente um comentário de Marcílio Cunha
(Violonista e Compositor da Orquestra de Violões de Brasília-DF), sobre esse segundo CD
de Armindo Nogueira:
"Siga
As Curvas Do Meu Caminho
e
Serás Um Caipira,
A Galope
à procura da
Cabocla Morena,
Ouvindo uma
Canção de Violeiro
e vendo até
Calango Assassino
fazendo
Tributo ao Peixe
e Sorrindo!!!
Êta meu Véi!
Quem é essa tal de
Dona Fulô?
Você deve tê-la encontrado lá no
Vale do Bijui!"
As palavras grifadas em
Azul Anil
são exatamente os nomes das 10 músicas que, nessa ordem, compõe o segundo CD, todas de autoria
de Armindo Nogueira, exceto "Canção De Violeiro" (Sena) e "Dona Fulô" (Armindo Nogueira -
Isabel Teixeira).

Esse excelente Violeiro se apresenta sempre acompanhado por sua filha Tayhana Nogueira, Voz e
Violão (interpretando também MPB), pelo percussionista Edinaldo Lima e por seu filho, o
baixista Herbert Nogueira, em Shows interativos e alegres, tocando Viola e
"contando
causos". Na foto acima e à direita, Armindo Nogueira, com sua filha Tayhana Nogueira.
Armindo tem se apresentado com freqüência na Capital Federal em shows para
Universitários e também para Servidores de conceituados Órgãos Públicos, em Teatros, Casas
de Shows, etc, mostrando um trabalho voltado ao resgate das Raízes de Nosso Povo, com letras e
ritmos de canções recheadas da verdadeira Cultura Caipira, com letras que são verdadeiros
poemas que
"nos transportam para o mais longíquo interior!.
Segundo Armindo Nogueira,
“...pra ser Caipira, não basta usar um chapéu, calçar uma botina e
pontear uma Viola (...) é preciso sentir a emoção do canto do bem-ti-vi, do sabiá e não
passar despercebido quando um juriti voa”.
Quero aqui convidar o Apreciador a visitar e conhecer o
Site Oficial de Armindo Nogueira,
o qual é riquíssimo em informações, Fotos, Biografia mais detalhada, Discografia,
Curiosidades e Agenda de Shows. E ao acessar o site, o Apreciador ouve o maravilhoso toque
da Viola de Armindo!
Contato para shows e venda de CDs:
(61) 9984-5449
e-mail:
Armindo Nogueira:
armindo.nogueira@ig.com.br
Madá dos Santos (Produção):
madadossantos@ig.com.br
madadossantos@armindonogueira.com.br
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Cesar e Caio:

Tive o prazer de conhecer em Santo André-SP, onde moro, a jovem dupla Cesar e Caio, dois jovens
que estão iniciando sua carreira artística e fazendo também um bom trabalho pela Música Caipira
Raiz.
Os irmãos Cesar Augusto da Costa Teixeira Lemos (27/07/1975) e Caio Júlio Cesar Teixeira Lemos
(26/10/1977), "nasceram naquela serra" em
Botucatu-SP,
cidade que é um verdadeiro "Celeiro de Músicos Caipiras Raiz", conforme já foi mencionado na
página dedicada aos
Três Botucatuenses.
Cesar cursava Análise de Sistema em Lins-SP e já cantava, porém, um outro estilo de música: o
Rock. E Caio praticava Capoeira e também ouvia muita Música Raiz.
Eles formaram a dupla em 25/12/1995; Cesar com o Violão e Caio com a Viola Caipira: Tudo começou
num determinado dia, quando Cesar voltava a Botucatu para visitar a família, e ficou surpreso
ao ver seu irmão Caio (o qual nunca havia solfejado uma única nota musical) cantando
no quarto... Para Cesar,
"não parecia o Caio que ele conhecia... "
Nascia então despretenciosamente a dupla Cesar & Caio; e a primeira apresentação em público
foi num Festival de Música Sertaneja, no qual eles haviam sido inscritos por sua vó, a
Dona Maria Conceição Souza da Costa.
Era o primeiro de muitos festivais que Cesar e Caio até então nem sonhavam disputar. Com o segundo
lugar e a premiação que foi conquistada, surgiu um novo estímulo para cantar e seguir a Carreira
Artística!
A jovem dupla caipira continua participando de festivais por todo Brasil, conquistando
freqüentemente as primeiras colocações, que já os premiaram com aproximadamente cinqüenta
troféus!
Tive o prazer de apreciar também uma amostra do trabalho musical da jovem dupla no Programa
Viola Minha Viola que foi ao ar nos dias 04 e 05/10/2003 pela
TV Cultura
de São Paulo, apresentado pela "Madrinha"
Inezita Barroso.
No programa eles interpretaram "Cabocla Teresa" (João Pacífico - Raul Torres) (com a narração de
Joãozinho - Violonista e também Violeiro do Regional do Robertinho), Merceditas
(Ramon Sixto Rios - versão: Belmonte) e "Caminheiro" (Jack), além de um trechinho de
"Tordilho Negro" (Teixeirinha), música que eles prometeram interpretar na íntegra
na próxima apresentação no "Viola Minha Viola".
A Madrinha e Comendadora Inezita Barroso também cumprimentou a jovem dupla caipira botucatuense,
e parabenizou-os por
"reviverem tradições nossas", já que
"Música não é antiga, senão
ninguém tocava Música Clássica...".
Cesar e Caio também têm feito shows por todo o Brasil em parceria com o grupo
Todo Torto
e estão em fase de produção de seu primeiro CD. Acredito que dentro em breve terei
o prazer de incluir comentários sobre o novo CD nessa página dedicada aos Novos Caipiras!!
Na foto abaixo, Cesar e Caio se apresentando no III FESMURP - Festival de Música Sertaneja
Raiz de Pardinho-SP, no dia 10/06/2005:
E na foto abaixo, Cesar, Ricardinho e Caio após a apresentação no III FESMURP. Foi o Cesar que
"colocou o Violão em minha mão"! Caio segurou firme a Viola!
Parabéns, Cesar! Parabéns, Caio! Sejam, bem vindos a esse site que é dedicado a quem defende de
verdade não só a Música Caipira Raiz, como também a Genuína e Boa Música Brasileira!!
Contato para shows: (14) 3882-0988
e-mail:
cesaralemos@hotmail.com
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Chico Lobo:
"Dizem que para ser um bom violeiro tem que fazer pacto com o “coisa ruim”. Que nada! Se o
luar do sertão faz clarão, a viola já endueta chorado, seja pelo amor de uma cabocla ou para
louvar Santos Reis, São Gonçalo e Nossa Senhora do Rosário." (Chico Lobo)
Violeiro, Compositor e Cantor, filho de Seresteiro, Francisco Lobo nasceu em 1964 na histórica
e centenária
São João Del Rey-MG.
Segundo Mário de Aratanha, diretor da
Kuarup Discos,
(em Março de 2002 numa apresentação no Centro Cultural Banco do
Brasil em Brasília-DF), Chico Lobo é
"Um dos mais ativos violeiros da nova geração (...)
orgulha-se de ser caipira, e encara a Viola com respeito de Solista Virtuose (...) Carismático,
sua carreira no palco já o levou à Itália e ao Canadá, além de inúmeros Teatros Brasileiros,
onde ele sempre apresenta um espetáculo rico em causos, canções e solos de Viola. E nunca
esquece de agradecer a São Gonçalo, o Padroeiro dos Violeiros..."
Em 1984, quando contava 20 anos, Chico Lobo se mudou para Belo Horizonte-MG, onde se formou em
Educação Física pela UFMG. Ainda na Capital Mineira, integrou o Grupo de Danças Folclóricas
“Aruanda” que se apresentou no Festival Mundial de Folclore de Drummondville, Quebec, Montreal
e Otawa, no Canadá, no ano de 1987.
No Rio de Janeiro-RJ, fez pós-graduação em Psicomotricidade e Pedagogia do Movimento na
Universidade Gama Filho.
Como compositor, Chico Lobo tem poucos parceiros e, mesmo tendo sido criado na cidade, tem
afinidade com o ambiente rural e uma vida simples apoiada em valores como: o amor, a amizade e
a sua Religiosidade.
Vivenciando
”in loco” um Folclore vivo e atuante, Chico Lobo foi "levantado Guarda-Coroa"
na Ordem Templária da Cruz de Santo Antônio de Pádua, no bairro Jaraguá em Belo Horizonte-MG.
Em 1995 participou do CD "Canta Minas" lançado pela Som Livre e do CD "São Tomé das Letras e
das Músicas", uma coletânea de artistas.
Em 1997 recebeu uma indicação para o Prêmio Sharp na categoria Revelação da Música Regional
Brasileira pelo disco "No Braço Dessa Viola", de produção independente. O disco teve tiragem
esgotada em várias capitais brasileiras onde fez apresentações. Por esse CD , foi à Itália,
convidado pelo "Comune di Trento" para realizar 10 shows, fazendo parte dos projetos "Rovereto
State", "Trento State" e "Meeting per la Amicizia dei Popoli", na cidade de Rimini. Clique
na capa do CD acima e à direita e adquira esse e outros excelentes CDs de Chico Lobo
diretamente da
Kuarup Discos.
Chico Lobo também compôs a trilha sonora do Vídeo-Documentário "Cerrado - O Pai das Águas", de
Dêniston Diamantino, lançado pela Opará Vídeo. Esta trilha sonora, se transformou num projeto
de CD instrumental de Viola e Orquestra Filarmônica, que foi aprovado na Lei Federal de
Incentivo à Cultura.
Em 1998 desenvolveu o espetáculo de Música e Dança "O Profano e O Sagrado" juntamente com o
Grupo de Danças “Sarandeio” da UFMG, coordenado por Gustavo Côrtes, professor e coreógrafo.
Esse espetáculo estreou no 30º. Festival de Inverno da UFMG na cidade de Ouro Preto-MG.
Gravou juntamente com Jackson Antunes o CD "Nosso Coração Caipira" declamação de 25 clássicos
da Música Caipira ao som de Viola.
Em 2000 Chico Lobo lançou pela
Kuarup Discos
o CD "Reinado", com participações especiais de
Jackson Antunes,
"Caju e Castanha" (dupla de
emboladores de Recife-PE), Renato Borghetti,
Pena Branca,
e também do alaudista Nívio Mota, além dos novos violeiros Cláudio Araújo, Dimas Soares,
Rodrigo Delage
e Noel Andrade. Clique na capa do CD acima e à direita e adquira esse e outros excelentes CDs
de Chico Lobo diretamente da
Kuarup Discos.
Em 2002 Chico Lobo se apresentou no Canecão no Rio de Janeiro-RJ e no Teatro da UFF em Niterói
no show "Cantoria Brasileira", que foi uma homenagem aos 25 anos da gravadora
Kuarup.
No mesmo
ano, lançou o CD "Viola Caipira - Tradição, Causos e Crenças", pela
Kuarup Discos,
interpretando entre
outras, "Boa Nova", "Pescador" e "Nas Voltas do Mundo", de sua autoria, além de "Folia de São
Gonçalo", de domínio público. Nesse CD, Chico nos mostra exemplos puros das fontes da cultura
popular, com a participação do Grupo de Catira Pedro Pedrinho, da Folia de São Gonçalo do
Mestre Nelson Jacó, e também da Orquestra Mineira de Violas. Sem dúvida um mergulho nas
Raízes Brasileiras, nesse CD que teve o apoio cultural da Drogaria Santa Marta através da Lei
Estadual de incentivo à Cultura. Clique na capa do CD acima e à direita e adquira esse e outros
excelentes CDs de Chico Lobo diretamente da
Kuarup Discos.
Chico Lobo atualmente ministra Oficina de Viola Caipira para iniciantes. Suas músicas
também têm sido utilizadas como fundo musical em vários programas da Rede Globo, como
"Me Leva Brasil" do Fantástico e Ana Maria Braga. Apresentou-se também no "Vídeo Show"
da Rede Globo ao lado de
Jackson Antunes.
Foi também destaque em programas de TV como “Especial de Natal” do programa da Angélica em
1998, “Jô Soares”, “Sem Censura”, “Veredas Literárias”,
Viola Minha Viola (com
Inezita Barroso
na
TV Cultura de São Paulo
) e “Metrópolis” (também na Cultura-SP), entre outros.
Paralelamente à sua carreira solo, Chico Lobo também tem se apresentado juntamente com
Pena Branca
no espetáculo "Encontro de Raízes - Dois Violeiros, Duas Gerações que Bebem da Mesma
Fonte: a Cultura Raiz Brasileira". E, de acordo com Mário de Aratanha, diretor da Gravadora
Kuarup,
"Esse encontro foi duplamente feliz porque juntou toda a Tradição Caipira Mineira
representada por Pena Branca com toda a modernidade representada por Chico Lobo. Isso é
garantia que os Caipiras se renovarão por muitas gerações!"
Estreou em 2002 a parceria com o contador de histórias, Roberto de Freitas, no espetáculo
"Nos Campos da Danação, Histórias do Coisa Ruim".
Chico Lobo é sem dúvida um “artista inquieto”, comprometido com a Música de Qualidade e
procura sempre retratar sua vivência da Cultura Popular Brasileira, tão rica e diversificada,
de uma forma única, especial e atual em apresentações que são marcadas pela emoção, alegria,
informação e interação. Segundo Kiko Ferreira do Jornal “O Estado de Minas”,
"Chico Lobo
revitamina a Toada, o Calango, a Moda de Viola e outros gêneros".
"Eu me lembro como se fosse hoje... Com 14 anos sonhava em tocar Viola. Hoje faço dessa
arte o meu sustento e a forma de expressar o meu eu, pro mundo. Sem dúvida, tocar Viola é
realização de sonho, de desejo, de sina... É alegria!"
E, para quem mora em Belo Horizonte-MG e região, a
TV Horizonte
transmite
o excelente programa
Viola Brasil
apresentado por Chico Lobo, que vai ao ar todos os Sábados
às 14:00, com reprise aos Domingos às 12:30 (e em diversos dias da semana em diferentes
horários), mostrando o melhor de nossa autêntica Música Raiz. Ver logo abaixo a participação
de
João Araújo
e Ricardinho no programa que foi ao ar no dia 09/12/2006!
Contato para shows:
(31) 3459-8164
(31) 3459-8026
(31) 3454-7279
Celular: (31) 9954-6580
e-mail:
loboraro@terra.com.br
violabrasil@tvhorizonte.com.br
Clique aqui, e conheça o Site Oficial de Chico Lobo, o qual nos apresenta uma biografia
mais detalhada, bem como sua agenda de shows e histórico de espetáculos já realizados.
Clique aqui e ouça "Palmeira Seca" (Chico Lobo - Jorge Fernando dos Santos) na interpretação
de Chico Lobo, com a participação especial do violoncelista Cid Ornelas, num excelente Arquivo
Musical pertencente ao Site Oficial do Escritor e Compositor
Jorge Fernando dos Santos.

Tive o prazer de conhecer pessoalmente o Chico Lobo por ocasição do II Encontro de Violeiros
que teve lugar em Ribeirão Preto-SP nos dias 13 e 14/03/2004, ocasião na qual nasceu, sob o
comando de
Pereira da Viola,
a Associação Nacional dos Violeiros. Na foto à esquerda, Ricardinho e Chico Lobo no Sítio do
Pau D' Alho, em Ribeirão Preto-SP, onde teve lugar o Encontro (ver mais detalhes sobre esse
evento no resumo biográfico de
Pereira da Viola
nessa página dedicada aos
Novos Caipiras).

Tive a felicidade de rever o Chico Lobo no dia 29/08/2005 quando esse excelente violeiro nos
brindou com uma excelente apresentação que teve lugar no Auditório Simon Bolivar no
Memorial da América Latina
na Paulicéia Desvairada: acompanhado por Rogério Delayon (Violões, Cavaquinho, Bandolim e
Vocal), Marco Aur (Baixolão e Vocal) e Mateus Bahiense (Percussão), Chico Lobo tocou as Violas
afinadas em "Cebolão", "Cebolinha" e "Rio-Abaixo" e cantou excelentes músicas de sua autoria
tais como "Beira de Mato", "Caipira" (com belíssima introdução instrumental!!), "No Braço Dessa
Viola", "Reisado" e "Vazante", além de belíssimas composições de outros autores tais como
"Disparada" (Geraldo Vandré - Théo de Barros) e "Moreninha Linda" (Tonico - Priminho - Maninho).

E, na foto à esquerda, Ricardinho e Chico Lobo, após a excelente apresentação de 29/08/2005 na
Capital Paulista, ocasião na qual pude adquirir o excelente DVD
Chico Lobo - Viola Popular Brasileira
lançado recentemente pela excelente gravadora
Kuarup, com a Direção de Produção a cargo de Ângela Lopes e Direção e Montagem a cargo de
Mário de Aratanha.
Gravado ao vivo em 11/11/2004 no Teatro Municipal de São João Del Rey-MG, sua cidade-natal,
Chico Lobo interpreta nesse DVD alguns de seus maiores sucessos - reisados, congados,
serestas e modas de viola - numa belíssima apresentação que conta com a participação especial
de seu pai Aldo Lobo, além de Xangai e também do "Mano-Véio"
Pena Branca.
E, nos "Extras", uma autêntica Folia de Reis e um Congado de verdade, além da entrevista do
Chico Lobo e das imagens da famosa "Maria-Fumaça" que faz a viagem de São João Del Rey-MG a
Tiradentes-MG, mostrando inclusive a famosa "Rotunda" que pode ser visitada no Museu Ferroviário
de São João Del Rey-MG. Sem dúvida, um DVD "imperdível", obrigatório na coleção de quem realmente
deseja conhecer pelo menos um pouquinho da genuína Música Caipira Raiz e do nosso Riquíssimo
Folclore!! Clique na capa do DVD acima e à direita e adquira esse produto e outros excelentes
CDs de Chico Lobo diretamente da
Kuarup Discos.

Tive o prazer de assistir a mais uma excelente apresentação de Chico Lobo, quando o
excelente Violeiro esteve presente no dia 11/05/2006 às 20:30 no Teatro Municipal de Macaé-RJ.
Esse maravilhoso show aconteceu graças ao empenho do Fagundes e da Maria Luíza (foto abaixo, à
direita, ao lado de Chico Lobo e Ricardinho) que coordenam a
Sociedade Musical Macaense
que tem levado excelentes Músicos Eruditos e Populares à Capital Nacional do Petróleo (além de
Chico Lobo, já se apresentaram em Macaé, Yamandu Costa, Márvio Ciribelli, Nilze Carvalho,
Duo Sol, Grupo de Música Antiga da UFF, Quinteto de Sopros do Rio de Janeiro,
Fio D' Alma,

Gilson Peranzzetta, Rildo Hora, Eudóxia de Barros, Cláudio Dauelsberg, Baden Powell, Toninho
Horta e Sebastião Tapajós, apenas para citar alguns)!
Se você reside e/ou trabalha no Norte Fluminense, não deixe de assistir aos excelentes
Eventos Musicais dos mais variados estilos que Fagundes e Maria Luíza organizam desde 1994,
através da
Sociedade Musical Macaense
e que fazem a diferença em termos de Iniciativa Cultural nessa peculiar cidade da
Região Norte Fluminense.
Na figura abaixo uma reprodução do bilhete ("ticket") da apresentação do Chico Lobo no
Teatro Municipal de Macaé-RJ no dia 11/05/2006:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Edson Fernando na Percussão, Chico Lobo com a Viola e
Caio Valente no Contra-Baixo Acústico, na inesquecível apresentação que teve lugar no Teatro
Municipal de Macaé-RJ em 11/05/2006:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Orlando Scaringi, Chico Lobo e Ricardinho, logo após
a apresentação de 11/05/2006 em Macaé-RJ. Scaringi é Engenheiro de Petróleo, nascido em
Piracicaba-SP, gosta da autêntica Música Caipira Raiz e, nas horas vagas, também ponteia,
como poucos, a Viola Caipira.
Na foto abaixo, Netinha (minha Esposa) e Chico Lobo, após o show de 11/05/2006 em Macaé-RJ:
E, na foto abaixo, da esquerda prá direita, Chico Lobo, Ricardinho e
João Araújo,
em Belo Horizonte-MG, num dia inesquecível que foi o dia 04/12/2006, na gravação do excelente
programa "Viola Brasil", apresentado pelo
Chico Lobo, na
TV Horizonte,
programa esse que foi ao ar no dia 09/12/2006 às 12:30.
Foi realmente gratificante a experiência de poder falar "um dedinho de prosa" sobre esse site
e também sobre a maravilhosa Música Caipira Raiz no meio de duas grandes personalidades que
são o Chico Lobo e o
João Araújo,
que preservam a Boa Música Brasileira Com M Maiúsculo!!
Clique nos dois links abaixo e veja como foi esse programa, em duas partes:
Antes do reclame
Depois do reclame
E
São João Del Rey-MG,
a cidade-natal de Chico Lobo, foi eleita como a
Capital Brasileira da Cultura 2007!
Clique aqui
e ouça o tema que Chico Lobo compôs especialmente para esse evento!!
Tive a felicidade de rever o Chico Lobo, dessa vez no SESC de Bauru-SP, no dia 12/09/2007, numa excelente apresentação juntamente com Pedro Mestre,
Pesquisador, Construtor e Tocador de Viola Campaniça, natural de Monte Sete - Conselho de Castro Verde - Portugal.
Foi um encontro maravilhoso da Viola
Caipira com a Viola Campaniça, da "Pátria-Mãe", lembrando mais uma vez que a Viola foi trazida para o Brasil pelos Jesuítas e Colonizadores oriundos de
diversas regiões de Portugal!
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Pedro Mestre e Chico Lobo, na apresentação que teve lugar no SESC de Bauru-SP em 12/09/2007:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Fátima (Esposa de
Ramiro Vióla),
Netinha (Esposa de Ricardinho), Suzzi (Esposa do Luthier
Luciano Queiroz),
Ângela Lopes (Esposa de Chico Lobo) e, "agachado", Pedro Mestre, após a apresentação no SESC de Bauru-SP em 12/09/2007. À direita, na mesa, Chico Lobo:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Chico Lobo,
Ramiro Vióla),
Pedro Mestre,
"Cumpadre" Luiz Viola
e Ricardinho, por ocasião da apresentação no SESC de Bauru-SP em 12/09/2007. Foto de autoria de José Francisco, Radialista de Curitiba-PR:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, o Radialista José Francisco (
Rádio Paraná Educativa
de Curitiba-PR), Pedro Mestre, José Simião (Estudioso da Cultura da região de Pardinho-SP, Bofete-SP e Botucatu-SP e idealizador do Projeto de Recuperação da Igreja de
Bom Jesus do Ribeirão Grande),
"Cumpadre" Luiz Viola,
Ricardinho, Chico Lobo e o Luthier
Luciano Queiroz),
após a apresentação no SESC de Bauru-SP em 12/09/2007:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, o Radialista José Francisco (
Rádio Paraná Educativa
de Curitiba-PR) e Chico Lobo, em Bauru-SP, no dia 12/09/2007:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Ricardinho e Chico Lobo, em Bauru-SP, no dia 12/09/2007:
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Pedro Mestre, Chico Lobo e Ricardinho, em Bauru-SP, no dia 12/09/2007:
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Cláudio Lacerda:
"Na contramão das duplas que perseguem a fama fácil turvando as fontes da Música Sertaneja, o
cantor e compositor Cláudio Lacerda mergulha fundo na raiz (...) Cantor de belo timbre, presença
marcante no palco e compositor talentoso (...) Cláudio tem um bom cartão de visitas: o CD
'Alma Lavada'
de 2004 já mostra o caminho das pedras que ele trilha agora".
(Lauro Lisboa Garcia - Crítico Musical - em matéria publicada em 27/08/2005 no jornal
O Estado de São Paulo)
"O Cláudio tem um grande talento, mas o mais importante é a identidade dele com o que faz. A
moçada nova é prova de saúde. A renovação é sempre importante e fundamental, pois é ela que
dá dinâmica na música".
Renato Teixeira,
Cantador e Compositor Paulista.

Nascido na Capital Paulista no dia 16/05/1969, esse jovem Violeiro, Violonista e Compositor vem
se dedicando à pesquisa e à composição de Músicas Regionais, mais especificamente a Música
Caipira.
Considerado como um dos mais promissores talentos no gênero, descende de uma linhagem de
músicos que já produziu nomes hoje reconhecidos como
Renato Teixeira,
Almir Sater,
Paulo Simões e outros.
Cláudio começou o estudo de Violão com 12 anos de idade e, durante três anos seguidos, de
1984 a 1986, foi vencedor do Festival de Música promovido pelo Colégio Rio Branco, onde
estudava.
Caminho totalmente diferente da Música, Cláudio Lacerda é formado em Zootecnia (em Botucatu-SP)
e, desse modo, foram vários anos que o jovem Violeiro passou conciliando a Vida Artística com
a profissão de Zootecnista.
Durante o período em que cursou a Faculdade (1987-1992), Cláudio se apresentava em bares no
Campus Universitário além de outros espaços em Botucatu-SP, onde estudou Zootecnia. Nessa cidade, venceu
por dois anos seguidos o Festival Universitário de Botucatu-SP.
Foi nessa cidade que Cláudio Lacerda conheceu a Obra Musical de importantes nomes da Música
Caipira Raiz lá nascidos, tais como
Raul Torres,
Serrinha e
Angelino de Oliveira
(apesar de não ter sido Botucatuense, Angelino viveu lá desde criança e adotou a cidade
como se fosse sua terra-natal!); e essa influência fez com que Cláudio partisse para uma
"mesclagem" entre a chamada "Fina Flor da MPB" e a Música Caipira Raiz.
Sendo descendente de família mineira, Cláudio Lacerda sempre teve contato com a Música Regional,
elo que foi reforçado no período de seus Estudos Universitários em
Botucatu-SP!
"Eita", Botucatu!! Essa cidade é sem dúvida um dos maiores "berços" da Música Caipira Raiz no
Estado de São Paulo e, além dos já mencionados
Raul Torres e
Serrinha,
Botucatu-SP também nos presenteou com
Zé da Estrada,
Tinoco,
Ramiro Vióla e
também o célebre Compositor de "Tristeza do Jeca" que foi
Angelino de Oliveira
que, conforme já foi mencionado, nasceu em Itaporanga-SP e adotou Botucatu-SP como seu
lugar preferido! Cabe aqui a observação de que,
Tinoco e
Zé da Estrada
nasceram em Pratânia-SP que, na época era distrito de Botucatu-SP.
Entre 1993 e 1999 Cláudio Lacerda se apresentou em diversas cidades do Interior de Minas
Gerais e São Paulo. Ainda no mesmo ano de 1999 o jovem Violeiro foi o segundo colocado no
"FestiValda" e venceu também um festival realizado durante o Congresso Latino-Americano de
Odontologia em São Paulo-SP.
No ano 2000 Cláudio Lacerda voltou a residir na Capital Paulista, onde retomou os estudos
de Violão e Canto. Foi nesse mesmo ano que Cláudio decidiu dedicar-se exclusivamente à Arte,
sem se afastar das Referências Rurais.
No ano 2002 Cláudio Lacerda fez parte da
Orquestra Paulistana de Viola Caipira,
na qual atuou como vocalista no excelente CD lançado naquele ano, CD esse que, em quase
1h:20min de Música, mostra ao Apreciador um belíssimo mapeamento da Música Caipira Raiz,
passando por ritmos diversos tais como Toada, Cururú, Corta-Jaca, Querumana, Cateretê, Pagode
de Viola, Guarânia, Recortado e Folia de Reis. Esse CD foi gravado ao vivo no Theatro São Pedro
na Capital Paulista, tendo a participação de diversos Violeiros e Cantadores, tais como
Beto Moschkovich, Claudio Rugene, Fabíola Mirella e
Rolando Boldrin,
apenas para citar alguns. A regência é de Rui Torneze. Clique na capa do CD acima e à
direita e adquira esse e outros excelentes CDs de nossa Boa Música Brasileira diretamente da
Kuarup Discos.

Mas a carreira-solo veio a se efetivar com o CD "Alma Lavada", uma produção independente
lançada pelo selo Carambola em 2003 e distribuído pela Tratore; e o lançamento foi no
mesmo Theatro São Pedro na Paulicéia Desvairada. Sob a Direção Musical de Sérgio Turcão,
esse CD inclui cinco composições do próprio Cláudio Lacerda, além de Músicas de renomados
Compositores tais como "Na Subida do Balão" (Almir Sater - Paulo Simões), "Olhos Profundos"
(Renato Teixeira) e canções de Nilson Ribeiro,
Zé Paulo Medeiros
e Juca Novaes.
Misturando diversos ritmos regionais tais como a Guarânia, a Toada, o Cururu e o Rasta-Pé,
o repertório do CD "Alma Lavada" demonstra uma grande riqueza de influências que Cláudio
Lacerda somou em vários anos de trabalho e pesquisa sobre a Música Caipira Raiz, influências
que vão de
Renato Teixeira e
Almir Sater
aos mineiros do Clube da Esquina, Boca Livre e também à Música Caipira de
Tião Carreiro,
João Pacífico,
Tonico e Tinoco
e vários outros. E o CD também conta com as participações especiais de
Renato Teixeira e
da cantora Miriam Mirah, que foi fundadora e, por muitos anos, vocalista do Grupo Tarancón.
Nesse CD, Cláudio Lacerda nos mostra seu aprendizado ao longo dos anos em que residiu no
Interior, com Músicas que combinam ritmos diversos como Balada e Bolero, com letras
regionais que surpreendem e agradam o Apreciador. Os diversos arranjos incluem Viola caipira,
Violão, Acordeon, Violino, Baixo-Acústico, Charango, Flauta, Zampoñas, executados por
excelentes Músicos do quilate de Pratinha (Flauta e Bandolim), Cézar do Acordeon (Sanfona),
Oswaldinho Viana (Viola Caipira), Rui Torneze (Viola Caipira) e Maurício Takeda (Violino).
Em 2004 Cláudio Lacerda conquistou o Primeiro Lugar como melhor intérprete no
I Prêmio Nacional de Excelência da Viola Caipira - iniciativa da
Revista Viola Caipira
editada pelo Pinho em Belo Horizonte-MG. No mesmo ano Cláudio realizou quatro apresentações no
Teatro Crowne Plaza em São Paulo-SP, com as participações especiais de Paulo Simões, Alzira e
Tetê Espíndola, Miriam Mirah e
Zé Paulo Medeiros.
No ano seguinte, Cláudio participou do Projeto "Prata da Casa" e da "Amostra Prata da Casa", com
os melhores do semestre, eventos promovidos pelo SESC-Pompéia em São Paulo-SP. No mesmo ano
estreou o show "Alma Caipira", homenageando grandes Compositores da Música Caipira Raiz, show
esse elogiado pelo jornalista e crítico musical Lauro Lisboa Garcia, em matéria publicada no
jornal
O Estado de São Paulo.

E em 2006, Cláudio Lacerda gravou o CD "Alma Caipira" que foi, por sinal, o projeto disparador
de um outro maior, que resultará na pesquisa e edição de um livro-almanaque que contará a
História da Música Caipira, além de um DVD de entrevistas com aqueles que fizeram essa História.
Para esse projeto (denominado "História da Música Caipira") Cláudio conta com a parceria do
escritor, pesquisador e jornalista Luís André do Prado, autor de "Cacilda Becker – Fúria Santa".
Assim como no show homônimo, em seu segundo CD, intitulado "Alma Caipira", Cláudio Lacerda
homenageia os maiores Compositores da Música Caipira Raiz, antecipando um trabalho maior
a ser realizado no futuro com incentivo da Lei Rouanet, o já mencionado projeto "História da
Música Caipira", que vai narrar através de um documentário em vídeo e um livro-almanaque os
causos de um gênero que faz parte e está no cerne da Música Popular e da própria Cultura
Brasileira. E, para prestar essa homenagem, Cláudio optou por incluir de cada Compositor uma
Composição de preferência entre as menos conhecidas, além de mostrar diversos diferentes
ritmos tais como Cateretê, Cururu, Toada, Guarânia e outros, além de aspectos da religiosidade,
romance, vida no campo, humor, etc., que embelezam esse Estilo Musical. Os arranjos contarão
com Violoncelos, Violinos, Piano, Rabeca, Violões, sem deixar de contar com a indispensável e
tradicional Viola Caipira. E o CD nos brinda também com participações especiais de
Tinoco,
Pena Branca,
Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Cris Aflalo, Daniela Lasalvia, Kátya Teixeira, Lula Barbosa,
Oswaldinho Viana, Batista e
Zé Paulo Medeiros.
Dentro de poucos dias o CD "Alma Caipira" estará à venda!!

E, além desse maravilhoso trabalho discográfico, Cláudio Lacerda tem se apresentado em renomados
Teatros tais como SESC-Pompéia (São Paulo-SP), Crowne Plaza (São Paulo-SP) e São Pedro (São
Paulo-SP), além de diversos teatros nas mais variadas cidades do Interior Paulista, tais como
Birigüi-SP, Campinas-SP, Botucatu-SP, Araras-SP e Piracicaba-SP, apenas para citar algumas. O
jovem Violeiro também já enriqueceu com sua Arte diversos eventos empresariais promovidos por
diversas renomadas Empresas, dentre as quais, podemos citar Gerdau Açominas S/A, Nestlé Brasil Ltda.,
Laboratórios Pfizer Ltda., Agripoint Consultoria Ltda., Associação Paulista de Medicina,
Gradiente do Brasil Ltda., Banco do Brasil, Pharmacia Brasil Ltda., Minerthal Saúde Animal, e
muitas outras. Apresentações de Cláudio Lacerda também já tiveram lugar em diversas festas
municipais, tais como III Festival Nacional do Saci de Botucatu-SP, X Semana Angelino de
Oliveira de Botucatu-SP (juntamente com Paulo Simões), I Semana Tião Carreiro de Araçatuba-SP,
Festa Julina Solidária de Guarulhos-SP, e outras mais. Isso tudo sem falar na sua presença em
diversos programas de Rádio e TV, dentre os quais, merecem destaque o excelente
Viola Minha Viola
pela
TV Cultura
de São Paulo-SP, apresentado pela "Madrinha"
Inezita Barroso,
além dos programas "Bom Dia Brasil" e "Ana Maria Braga" (Rede Globo), "Programa Celia e Celma"
(Canal Rural), "Receita da Casa" (EPTV Campinas) e "Raízes do Sertão", apresentado
por Muíbo Cesar Cury na
Rádio Cultura AM - 1200 kHz
de São Paulo-SP.
Em suas diversas apresentações, Cláudio Lacerda vem contando com a participação de renomadíssimos
Músicos convidados, dentre os quais merecem destaque o Grupo Tarancón, Tetê e Alzira Espíndola,
Cris Aflalo, Daniela Lasalvia, Kátya Teixeira, Lula Barbosa, Miriam Mirah,
Orquestra Paulistana de Viola Caipira,
Oswaldinho Viana, Paulo Simões,
Pena Branca,
Poetas Urbanos,
Renato Teixeira,
Tinoco,
Victor Batista, Violeiros Matutos e
Zé Paulo Medeiros.
Na foto abaixo, Cláudio Lacerda (à direita, de camisa azul), tocando Viola numa tarde
descontraída junto com os
Violeiros Matutos
no dia 17/03/2007. À esquerda, Sérgio Penna (de camisa branca), Ricardinho (de chapéu) e, na
percussão, Fabíola Mirella:
Na foto abaixo, Ricardinho (em pé) e Cláudio Lacerda (sentado), tocando Viola na mesma tarde
descontraída junto com os
Violeiros Matutos
em 17/03/2007:
Clique aqui
e ouça "Meu Companheiro" (Marta Lozano - Cláudio Lacerda - Neto Nonoya) na interpretação de
Cláudio Lacerda, com a participação especial de
Renato Teixeira,
num Arquivo Musical pertencente ao excelente Site
MPB-Net.
Clique aqui
e ouça "Quero" (Zé Paulo Medeiros) na interpretação de
Cláudio Lacerda, com a participação de
Zé Paulo Medeiros,
num Arquivo Musical pertencente ao excelente Site
MPB-Net.
Clique aqui
e ouça "Longa Viagem" (Cláudio Lacerda) na interpretação de
Cláudio Lacerda, com a participação especial de
Miriam Mirah, num Arquivo Musical pertencente ao excelente Site
MPB-Net.
Clique aqui
e veja uma referência ao
Cláudio Lacerda
no excelente site
MPB-Net.
Clique aqui
e conheça o
Site Oficial de Cláudio Lacerda
com informações diversas tais como biografia, discografia, agenda e contato para shows desse
excelente Violeiro e Compositor.
Contato para shows e venda de CDs:
(11) 3868-4672
(11) 9425-1820
e-mail:
claudio@claudiolacerda.com.br
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Dércio Marques:

Esse notável Cantador, Compositor, Violonista e Violeiro é natural de Uberaba-MG, tendo também morado em São Paulo-SP.
Dércio Marques viaja por todo o Brasil apresentando seu Trabalho Musical e coletando material sobre a Cultura Popular
Brasileira, além de ter viajado pela América Latina nas décadas de 1960 e 1970 divulgando a nossa Boa Música Brasileira.
Após uma série de apresentações em diversas cidades interioranas, acompanhado de sua irmã Dorothy Marques, Dércio
lançou seu primeiro Disco no ano de 1977 (o LP "Terra, Vento, Caminho" - MPL 9370) pela inesquecível gravadora Marcus
Pereira, com destaque para duas Obras do saudoso Compositor Argentino Atahualpa Yupanqui ("Le Tengo Rabia Al Silencio"
(Atahualpa Yupanqui) e "O Menino (El Niño)" (Atahualpa Yupanqui - versão: Dércio Marques)), além de "As Curvas do Rio"
(Elomar) e composições próprias tais como "Árvore" (Chico Gaudio - Dércio Marques), "Gloria de Sá" (Dércio Marques) e
"A Quién Nos Justifica" (Antônio Machado - Dércio Marques).
Esse LP foi remasterizado em CD pela
Kuarup Discos,
no ano 2000. Lamentavelmente esse CD não mais se encontra no catálogo da gravadora...
Dois anos depois, em 1979, Dércio Marques lançou o LP "Canto Forte - Coro da Primavera" pela Copacabana (COLP-12474), o
qual contou com a participação de Irene Portela, Oswaldinho do Acordeon e Heraldo do Monte (o mesmo que tocava Guitarra no
"Quarteto Novo", juntamente com Théo de Barros (Contrabaixo), Hermeto Pascoal (Piano e flauta) e Airto Moreira (Bateria e
Percussão)).
Destaque para "Arrumação" (Elomar), "Raso de Luz" (Carlos Pita), "Sabiá" (João do Vale - Luis de França - José Cândido),
"Decisão" (Manuel Bezerra - Dércio Marques), "Companheiro (Tonta)" (Canto Folclórico Mineiro - recolhido por Chico Alves
da Silva), além da Composição Cubana "Pobre do Cantor" (Silvio Rodríguez - versão: Dércio Marques).
E o LP também contou com a participação da Orquestra de Violeiros de Osasco-SP na Toada Brejeira "Natureza" (Dino Franco).

Observa-se também uma afinidade de Dércio Marques não apenas com a Boa Música Brasileira, mas também com a Música
Latino-Americana, tendo gravado Composições do Argentino Atahualpa Yupanqui (31/01/1908 — 23/05/1992) e também do Cubano
Silvio Rodríguez (Nascido em San Antonio de Los Baños - Cuba - no dia 29/11/1946).
Tal proximidade com certeza tem algo a ver com "ligação sangüínea", já que, apesar de Dércio Marques ser Mineiro, seu pai é
Uruguaio e, conforme mencionado logo acima, Dércio também percorreu diversos Países Latino-Americanos nas décadas de 1960 e
1970, mostrando aos "Hermanos Latinos" a Boa Música Brasileira e conhecendo também o Trabalho Musical de diversos
"Cancionistas Latinos".

Dércio Marques também é convidado com bastante freqüência para ser Consultor em Projetos de Cultura Popular, como por
exemplo o Encontro Anual do gênero, que é realizado na Chapada dos Veadeiros (a famosa Região do Cerrado de 1700 metros de
altitude, no Estado Goiás, abrangendo São João d'Aliança-GO, Alto Paraíso-GO, Colinas do Sul-GO e Cavalcante-GO, e onde se
situa o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros - considerado como um Patrimônio Mundial - com rara beleza e diversos
atrativos turísticos, tais como cachoeiras, rios, fauna e flora, além da própria cidade de Alto Paraíso-GO, conhecida pela
sua Aura Mística).
E, na qualidade de Produtor, Dércio Marques lançou, dentre muitos outros, a Cantora Diana Pequeno e o Violeiro Elomar.
Também merece ser lembrado que Dércio foi o primeiro intérprete a registrar composições do excelente Violeiro Elomar
Figueira Melo de Vitória da Conquista-BA, quando poucos o conheciam no Brasil.
Dércio Marques lançou seus LP's e CD's, os quais, de um modo geral, foram gravados e lançados de forma independente, sem o
"pitaco" dos produtores das "grandes gravadoras" e longe da "badalação da mídia".
Foram pouco mais de uma dezena o total de discos lançados por Dércio Marques, levando-se em conta que são mais de 30 anos
desde o lançamento do LP "Terra, Vento, Caminho". Mas, como diz o ditado,
"O que vale é a Qualidade" e, nesse
quesito, os LP's e CD's de Dércio Marques podem ser adquiridos "de olhos fechados"... E os discos que foram lançados
inicialmente em LP, já foram devidamente remasterizados para o formato de CD.
Dércio Marques também gravou pela Copacabana em 1980 o Compacto Simples CS-1897, tendo no Lado A "O Pinhão Na Amarração
(Canto de Amarração)" (Elomar) e, no Lado B, "Vim de Longe" (Paco Bandeira). E também diversas participações em mais de uma
dezena de LP's e CD's lançados entre 1978 e 1998, vários eles independentes, além de uma participação no LP da novela "Pé
de Vento" lançado pela Gravadora Clack/Bandeirantes Discos (BR-33.055) em 1980.
Dércio Marques também participa juntamente com Rubinho do Vale do CD "A Alma do Povo", lançado pela
Revivendo
em 1998, interpretando "Cantigas De Boi" (Rubinho do Vale). Lamentavelmente esse CD saiu do catálogo...

Além da Música Regional, o "Público Infantil" é também um importante aspecto do Trabalho Musical de Dércio Marques, que
gravou alguns Discos Infantis, como por exemplo, o CD independente "Anjos da Terra" (sem número) lançado em 1991, o qual
foi feito em homenagem a sua filha Mariana.
Além de composições próprias, o CD também brinda o Apreciador com Obras Musicais de João Bá, Cecília Meireles, Diana Pequeno,
Lúcio Tadeu e Ravi Shankar (o renomadíssimo Sitarista Indiano)!!
Em 1996 Dércio Marques gravou juntamente com sua irmã Dorothy o CD Independente "Monjolear - Dércio Marques e Dorothy
Marques e a Escola da Criança - Espaço de Adolescer" (CDLUZ-005) gravado ao vivo na "Escola da Criança - Espaço de Adolescer"
de Uberlândia-MG no dia 18/10/1996.
Contando com a participação de diversos Coros formados por Professores e Alunos (240 Crianças!!) de diversos lugares do
Brasil, esse CD recebeu indicação para o Prêmio Sharp como "Melhor Disco Infantil".
Além de Melodias Tradicionais Brasileiras e Latino-Americanas o CD também conta com Composições de Dércio e Dorothy Marques,
e também de
Juraildes da Cruz,
Xangai, Hélio Contreiras, Lúcio Eustáquio Alves, Vital Farias, Darlan Marques e Gildes Bezerra, dentre outros.
Clique aqui
e ouça "O Peão (Pinhão) na Amarração" (Elomar Figueira de Melo) interpretada por Dércio Marques, num Arquivo Musical pertencente ao excelente Site
MPB-Net,
o qual convido o Apreciador a visitar.
Clique aqui
e ouça "O Menino (El Niño)" (Atahualpa Yupanqui - adaptação: Dércio Marques) interpretada por Dércio Marques, num Arquivo Musical pertencente ao excelente Site
MPB-Net,
o qual convido o Apreciador a visitar.
Na foto abaixo, da esquerda prá direita,
Volmi Batista
(Proprietário da Gravadora e Produtora VBS -
Viola Brasileira Show),
Dércio Marques, Ricardinho e
Aparício Ribeiro,
por ocasião da apresentação de Dércio Marques no SESI de Taguatinga-DF no dia 26/01/2007:
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Fernando e Osmair:

Tive o prazer de conhecer essa excelente dupla caipira raiz por ocasião do IV Encontro de
Folias de Reis do Distrito Federal em Janeiro de 2004, em um inesquecível show no qual Fernando
e Osmair dividiram o palco com
Vanderley e Valtecy,
Pardal e Fabinho e também
Zé Mulato e Cassiano.
Ver mais detalhes sobre o evento na página dedicada à dupla
Zé Mulato e Cassiano.

Também tive a felicidade de rever Fernando e Osmair no II Encontro de Violeiros que teve lugar
em 14/03/2004 em Ribeirão Preto-SP (foto à esquerda) (ver mais detalhes sobre esse encontro no
resumo biográfico de
Pereira da Viola
na página dedicada aos
Novos Caipiras).
Antônio Fernando Coelho (nascido em 25/12/1969) e Osmair Vieira Lemos (nascido em 28/09/1968)
moram em Frutal-MG, cidade do Triângulo Mineiro onde residem há vários anos e que eles têm como
se fosse a própria Terra Natal. E foi em Frutal que os dois se conheceram e formaram a dupla.
Fernando na Viola e Osmair no Violão têm talento que se compara aos mais renomados Violeiros
do Brasil e vêm sendo considerados como sendo a grande esperança para a manutenção do
"Estilo Dupla Caipira Raiz".
Tem Sangue Novo na praça,
Caipira se sente honrado,
A Viola e o Violeiro
Vão muito bem obrigado...

A música "Sangue Novo" (Zé Mulato - Cassiano) que abre o CD homônimo (VBS001) lançado pela
VBS - Viola Brasileira Show
é uma verdadeira homenagem que Zé Mulato e Cassiano fazem aos Novos Caipiras que vêm defendendo
"com unhas e dentes" o Estilo Raiz. E, dentre esses Novos Caipiras, também estão incluídos
Fernando e Osmair! Ao que consta, parece ter sido o "chamado" do CD "Sangue Novo" que
incentivou a jovem dupla a procurar a Capital Federal!
Fernando e Osmair seguiram para Brasília, atraídos pela Viola de
Zé Mulato
e lá chegaram em busca de repertório para o primeiro CD que desejavam gravar.
E receberam 5 músicas de autoria de
Zé Mulato e Cassiano,
além de composições de Antônio Vitor,
Tião do Carro,
José Caetano Erba,
Dino Franco,
Nhô Chico, Goiano e Zé Batuta, dentre outros.
E foi na Capital Federal, pela
VBS - Viola Brasileira Show,
que Fernando e Osmair gravaram o CD "Destino de Violeiro", considerado um dos melhores do
gênero Caipira Raiz dos últimos tempos, e que conta com a participação de renomados músicos
tais como Grilo, no Acordeon, Fábio Pessoa (Fabinho) no Contra-Baixo, além de
Zé Mulato e Cassiano
na Viola e no Violão, respectivamente. O CD foi produzido pelo Cassiano e é o VBS-005 da
VBS - Viola Brasileira Show. O respectivo CD também é distribuído pela
Kuarup Discos.
A dupla também é admirada por outras duplas famosas tais como Chico Rey e Paraná, Gino e Geno,
e Goiano e Paranaense, além de ser "apadrinhada" por
Zé Mulato e Cassiano.
Zé Mulato, por sinal, considera "Destino de Violeiro" como
"o melhor primeiro disco de uma
dupla que já ouviu..."
Além da faixa título, que é o Cururu "Destino de Violeiro" (Zé Mulato), conforme já foi
mencionado, também estão presentes no CD mais quatro composições de Zé Mulato que são
"Desabafando" (Zé Mulato), "Nas Cinzas Do Meu Passado" (Zé Mulato), "Pose de Rainha"
(Zé Mulato) e "Questão de Tempo" (Zé Mulato). Também merecem destaque as faixas "Meu
Retrato" (Tião do Carro - José Caetano Erba), "A Cachaça e o Fumo" (Nhô Chico - Dino Franco)
e "Garganta do Mundo" (Tião do Carro - Caetano Erba).

E, na foto ao lado, da esquerda prá direita, Osmair, Ricardinho e Fernando por ocasião do II
Encontro de Violeiros em Ribeirão Preto-SP no dia 14/03/2004.
Contato para shows e venda de CDs:
VBS Produções:
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Geraldo Viola e Dino Guedes:

O
"Estilão" está de volta com força total!
"Estilão" foi um termo surgido na década de 1960 fazendo referência principalmente às
Modas de Viola em ritmo de Pagode Caipira; é Música Sertaneja Raiz, alegre, divertida, que
fala das belezas da natureza, do amor, da fé, da esperança. É a Poesia Sertaneja cantada com
irreverência, porém, comprometida com a Formação Cultural, principalmente da juventude. E,
naturalmente, os maiores representantes desse estilo foram
Tião Carreiro e Pardinho,
a quem muito devemos.
Geraldo Viola e Dino Guedes têm como objetivo resgatar e preservar a Cultura Sertaneja e, em
suas apresentações pelo Interior do Brasil, cantam os diversos estilos sertanejos com atenção
especial ao Pagode de Viola, estilo muito apreciado e que no entanto vinha sendo pouco
trabalhado pelos Novos Caipiras.
A jovem dupla começou a chamar a atenção de apresentadores que vinham a eles se referindo
como
“Os Novos Reis do Pagode” e o fato foi ganhando forma em tal proporção que
Geraldo Viola e Dino Guedes passaram a se identificar cada vez mais com esse slogan.

Nascido em Palmerina-PE, Geraldo Viola passou a residir em Itanhaém-SP, no Litoral Sul do
Estado, com apenas 3 meses de vida e, alguns dias depois, foi registrado na cidade de Santo
André-SP, no ABC Paulista.
Geraldo cresceu juntamente com pescadores do Litoral Sul de São Paulo e ajudava-os a separar os
peixes que eram vendidos nas barracas à beira-mar; o bom gosto musical começou quando cursava o
Segundo Ano Primário quando, tocando Tamborim, formou na escola um trio, juntamente com
os amigos Getúlio e Valter, que tocavam Cavaquinho e Violão, respectivamente. Faziam a festa
da turminha, cantando músicas do repertório do "Trio Irakitan" e também do repertório de
Teixerinha.
Aos 10 anos de idade, Geraldo trocou Itanhaém-SP pela Capital Paulista e passou a cantar
sozinho. Em, 1964, quando contava 15 quinze anos, formou com outros três amigos o grupo "Os
Filhos do Sol", no Parque São Lucas, bairro da Zona Leste de São Paulo-SP. E foi nessa época
que Geraldo teve os primeiros contatos com a Viola Caipira; segundo ele, foi
"amor à
primeira vista"...
Tendo como referência célebres intérpretes do quilate de
Zé Carreiro e Carreirinho e
Tião Carreiro e Pardinho,
além de "Bambico, Julião e Vanuque", em pouco tempo Geraldo passou a dominar a técnica do
tradicional instrumento musical caipira e foi aprendendo sua afinação, descobrindo sua
escala e desenvolvendo seu próprio método, aproveitando também um pouco da técnica de
Violão que já possuía.
Em 1980 foi formada a dupla "Geraldo Viola e Argemiro" a qual gravou no ano seguinte um
LP que vendeu cerca de 52 mil exemplares. A dupla se desfez em 1988 e nesse ano foi formada
a nova dupla "Geraldo Viola e Continente", a qual durou até 1991. No ano seguinte Geraldo
formou com Darci Laurindo Barbosa a dupla "Geraldo Viola e Pantanal", que gravou em 1996
o CD "Comitiva da Saudade" pelo selo Allegretto. A dupla existiu até o ano 2000, quando Geraldo
passou a cantar em dupla com Dino Guedes.

Dino Guedes nasceu em Santa Vitória-MG, no distrito de Perdilândia, pequeno povoado na divisa
dos Estados de Minas Gerais e Goiás. Às margens do rio Paranaíba, Dino acompanhava seu avô
materno em suas pescarias; e, nas horas de folga, ajudava seu pai na lida com o gado.
Seu pai, o Sr. Domingos de Freitas Guedes, era boiadeiro de profisão, além de Violeiro e
Cantador nas Festas de Folias de Reis e também era Catireiro por tradição (a Família Guedes -
Catireiros de São Simão-GO).
Com apenas 7 anos de idade, Dino acompanhava seu pai e dois irmãos mais velhos em pequenas
viagens tocando boiada, conduzindo a "madrinha" e o cargueiro; e, nas pousadas da boiada,
seu pai lhe ensinava as primeiras lições com o Berrante e ensinava alguns passos da dança da
Catira. Acordavam bem cedinho, quando o sol surgia;
"o maior espetáculo da Terra
acontece e tantos ainda dormem...", de acordo com seu pai.
Dino passou a freqüentar os bancos escolares aos 11 anos de idade e, dois anos depois, passou
a morar em Ituiutaba-MG, onde continuou com os estudos. E foi nesse período que faleceu
seu pai e, conseqüentemente, Dino passou a trabalhar no comércio, ficando o estudo para o
período noturno, além da responsabilidade de cuidar dos demais irmãos, juntamente com sua
mãe, Dona Lorica. Em meio a tais dificuldades, Dino batalhou e chegou à Universidade, tendo
cursado Administração de Empresas e Ciências Contábeis. E foi somente no período universitário
que Dino retomou o sonho de seguir carreira musical: em festinhas com amigos, despedidas
de solteiro, participação no coral da Igreja e em noites de serenatas nas quais Dino tocava
seu Violão.
Dino Guedes levou a sério a vida profissional, tendo trabalhado em lojas de materiais de
construção e também numa fábrica de cimento, além do negócio próprio que passou a tocar em
1990. Foi também Professor Universitário, tendo ministrado aulas em cadeiras diversas, destaque
para Administração Mercadológica e Marketing, além de ter sido pós-graduado em Contabilidade,
Análise e Gerenciamento pela UFU-MG e Comunicação e Marketing pela Fundação Casper Líbero em
São Paulo-SP.
No entanto, da vida de
menino da roça ao Empresário e Professor Universitário,
Dino sentia que ainda havia um
"vazio", uma certa angústia, frustração... Algo como que
uma
"sensação de incapacidade"... Como o próprio Dino Guedes nos diz,
..."eu não
sabia bem o que era, mas quando eu ouvia uma Música Raiz, daquelas que tem o cheiro da terra,
eu arrepiava completamente e isso me incomodava muito...".
E foi desse
"desconforto" que surgiu o Projeto Brasil Sertanejo que tem como objetivo o
resgate e a preservação da Cultura Sertaneja, dando oportunidade aos mais jovens para poder
usufruir dessa maravilhosa expressão de vida.
Para realizar esse excelente projeto, sabia que precisaria de um bom parceiro: foi
quando Dino formou a dupla com Geraldo Viola, que era seu grande amigo, além de ter sido
seu professor de Viola, enfim, alguém a quem Dino Guedes admirava intensamente.
A versatilidade da jovem dupla passou a surpreender o Brasil inteiro, no resgate de grandes
sucessos dos mais diversos Compositores e Poetas, além de composições próprias inéditas
e também músicas inéditas de novos compositores.
Geraldo Viola e Dino Guedes possuem um amplo repertório, com mais de 400 músicas, incluindo
todos os estilos, principalmente na Música Caipira Raiz, além de ritmos característicos como
Xote, Arrasta-Pé, Vanerão, Balanço, Guarania, Rasqueado, Canção Rancheira, Batidão, Valseado,
Cururu, Querumana, Cateretê, além da Modas de Viola e do Pagode Caipira!
Quero aqui convidar o Apreciador a visitar o
Site Oficial de Geraldo Viola e Dino Guedes,
com riquíssimas informações sobre a História da Viola, biografias dos dois integrantes,
venda dos CDs, além de informações sobre o excelente
Projeto Brasil Sertanejo,
e também diversas músicas do
repertório da dupla,
com o nome dos Compositores e também as letras das mesmas. O Site Oficial da dupla é também
o meio de contato para shows.
Geraldo Viola e Dino Guedes gravaram os seguintes CDs:
Brasil Sertanejo,
produzido por Discos Califórnia, contou com a participação de Marquinho nos Teclados,
Viana na Percussão e no Baixo, Nhozinho no Acordeon, além de Geraldo na Viola Caipira
e Dino Guedes no Violão. O primeiro CD também contou com a
Direção Artística de João Januário e com a Coordenação Geral de Ariovaldo Allegretti.
Destaque para as músicas "Porta do Mundo" (Peão Carreiro - Zé Paulo), "Final dos Tempos"
(Lourival dos Santos - Tião Carreiro), "Baiano No Coco" (Moacyr dos Santos - Vaqueirinho),
"Viola Vermelha" (Jesus Belmiro - Tião Carreiro) e "Casando Fugido" (Piraci - A. P. de Toledo).
Presa Acuada,
produzido por Replayer Produções Fonográficas, contou com a participação de Maguinho,
Gamaliel e Elton Ricardo na Bateria, Gamaliel de Souza no Violão, na Guitarra e no Baixo,
Gamaliel e Elton Ricardo nos Teclados e na Percussão, Maestro Martinez no Trompete,
Flavinho no Acordeon, além de José Vitor e Geraldo na Viola Caipira, e
Elton Ricardo, Laura e Oziel nos vocais. O segundo CD contou também com a Direção Executiva de
Renato Silveira Lima, Produção Executiva de Lello Promoções Artísticas e Direção Geral do
próprio Dino Guedes. Destaque para as músicas "Viola Perfeita" (Manoel Lacerda Lima -
Geraldo Viola), "Falcão Ferido" (Geraldo Viola - Theo Ferreira), "Amor de Goiana"
(Dino Guedes - Theo Ferreira), "Perdido na Madrugada" (Benedito Seviero - Geraldo Viola),
"No Silêncio da Madrugada" (Benedito Seviero - Geraldo Viola), além da faixa-título
"Presa Acuada" (Dino Guedes - Theo Ferreira).
Abrindo O Baú,
produzido por S. B. F. Simbrasil Fonográfica, contou com a participação de Gamaliel
de Souza na Bateria e Percussão, no Baixo e nos Violões; Marcos Violeiro na Viola e
Wilsinho no Arcordeon. Arranjos e Regência a cargo de Gamaliel de Souza. O CD também contou
com a Direção de Lançamento de Donizete Santos, Coordenação Geral de Alexandre Santos,
Produção Artística de Gamaliel de Souza, Mixagem a cargo de Gamaliel de Souza e Fábio Gaspar,
Masterização a cargo de Paulo Ferreira (Oficina de Áudio e Vídeo), Design Gráfico a cargo de
Delin Fotolitos São Paulo e Supervisão Gráfica a cargo de Cláudio Godoy. Gravado no Beck
Studio (Ituiutaba-MG) e distribuído pela Caravelas / Sony Music. Destaque para as músicas
"Pousada de Boiadeiro" (Tião Carreiro - Dino Franco), "Guerreiro do Asfalto"
(Donizete Santos - Tião Carreiro), "Aquarela Sertaneja" (Luiz de Castro - Tião Carreiro),
"Em Tempo de Avanço" (Lourival dos Santos - Tião Carreiro) e "Versos aos Pés do Homem"
(Geraldino - Tião Carreiro).
Do Jeito Que O Povo Gosta,
produzido por S. B. F. Simbrasil Fonográfica, também contou com a
participação de Gamaliel de Souza na Bateria e Percussão, no Baixo e nos Violões; Geraldo Viola
e Marcos Violeiro na Viola, além de Wilsinho e Thiago no Arcordeon. O CD também contou
com a Direção de Lançamento de Donizete Santos, Coordenação Geral de Alexandre Santos,
Produção de Gamaliel de Souza, Mixagem a cargo de Fábio Gaspar, Design Gráfico a cargo de
Delin Fotolitos São Paulo e Supervisão Gráfica a cargo de Cláudio Godoy. Distribuído pela
Caravelas / Sony Music. Destaque para as músicas
"Perdido na Madrugada" (Benedito Seviero - Geraldo Viola), "Do Jeito Que o Povo Gosta"
(Donizete Santos), "Velho Amor" (Donizete Santos - Tião Carreiro) e "Chamada a Cobrar"
(Donizete Santos - Tião Carreiro).
Clique aqui
e ouça "Amor de Goiana" (Dino Guedes - Theo Ferreira) que é a 6ª faixa do CD "Presa Acuada" de
Geraldo Viola e Dino Guedes, num arquivo musical pertencente ao site
Som Sertanejo.
Clique aqui
e ouça "Aquarela Sertaneja" (Luiz de Castro - Tião Carreiro) que é a 13ª faixa do CD
"Abrindo o Baú" de Geraldo Viola e Dino Guedes, num arquivo musical pertencente ao
Site Oficial de Geraldo Viola e Dino Guedes.
Clique aqui
e ouça "Presa Acuada" (Dino Guedes - Theo Ferreira) que é a 1ª faixa do CD "Presa Acuada"
de Geraldo Viola e Dino Guedes, num arquivo musical pertencente ao site
Som Sertanejo.
Contato para shows:
Sociedade de Eventos: (11) 3259-0822
e-mail:
gibson@sociedadedeeventos.com.br
dinoguedes@uol.com.br
Ou através do
Site Oficial de Geraldo Viola e Dino Guedes.

Como "nem tudo é perfeito", a dupla "Geraldo Viola e Dino Guedes" continua existindo com o mesmo nome e mesma grafia, no entanto, o Geraldo Viola da
formação inicial da Dupla passou a formar nova Dupla com o Paranaense, o mesmo que integrava a Dupla
Goiano e Paranaense,
excelente Dupla que se desfez no início de 2008.
A título de curiosidade, Geraldo Viola, passou a escrever seu nome com "dois éles" no nome da nova Dupla formada com o Paranaense
(
Geralldo Viola e Paranaense)
para diferenciar do nome da Dupla anterior, já que o Dino Guedes formou Dupla com novo parceiro, mantendo no entanto, o nome original da dupla
"Geraldo Viola e Dino Guedes".
Certas trocas de parceiros de Duplas realmente
"fundem a cuca" de quem tenta escrever a História das mesmas...
"Geraldo Viola e Dino Guedes" continua existindo como Dupla, no entando, não é mais o Geraldo Viola do início da respectiva Dupla; é um novo parceiro. E o
Geraldo Viola da respectiva Dupla, em seu início, é o mesmo Geralldo Viola que passou a integrar a Dupla
Geralldo Viola e Paranaense.
Clique aqui
e conheça o Site Oficial da dupla "Geralldo Viola e Paranaense".
Contato para shows:
(34) 3213-9896
(34) 9979-0376
(16) 3911-2274
(11) 3259-0822
shows@geralldoviolaeparanaense.com.br
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Jackson Antunes:
"Tenho uma ligação muito grande com o Povo do Sertão. Costumo ouvir que 'tenho a cara do
Caboclo Brasileiro'
, o que me enche de orgulho. Na novela "Esperança", com o personagem
Zangão, já pude mostrar aos espectadores um pouco deste universo, através das músicas que
dedilhava na Viola." (Jackson Antunes).
Joaquim Antunes nasceu no dia 28/08/1960 em Janaúba-MG. Começou a trabalhar com bem pouca idade
na lida do campo. Trabalhou também como padeiro, engraxate e pintor letrista.
Conhecidíssimo como ator, Jackson Antunes tem se destacado interpretando "personagens rústicos"
e de "forte brasilidade" em diversas novelas da Rede Globo, como por exemplo, "Renascer", "O
Rei do Gado", "Terra Nostra" e "Esperança" e, mais recentemente, na Rede Record, "Escrava
Isaura". No entanto, ainda são poucos os que conhecem seu talento como Violeiro ou como
"Cantador Matuto", como ele mesmo se autodenomina.
Seu avô foi grande aboiador e, ironicamente, faleceu no mesmo dia em que Jackson Antunes nasceu.
Ainda na infância, Jackson acompanhava de porta em porta as Folias de Reis típicas do Norte
Mineiro.
Jackson também foi influenciado por programas que ouvia no rádio que sua irmã havia comprado e,
nas Ondas Curtas da Rádio Nacional de São Paulo (hoje Globo), dentre outras, Jackson costumava
ouvir músicas caipiras interpretadas por duplas do quilate de
Tião Carreiro e Pardinho,
Cacique e Pajé e
Sulino
e Marrueiro, apenas para citar algumas.
Com 8 anos de idade, Jackson Antunes apaixonou-se pelo circo, local onde dirigia e atuava em
dramas que eram de sua autoria. Em sua Janaúba natal, Jackson também escrevia poemas para o
jornal local, "O Gorutuba". Passou também pelo Teatro Amador e, mais tarde, pelo
Teatro Profissional, já em Belo Horizonte-MG. No currículo, mais de 30 peças teatrais encenadas,
todas de autores brasileiros. Jackson também teve aulas de canto com o professor José Spinto
que também era primo de Gilda de Abreu, esposa do inesquecível tenor Vicente Celestino!
Jackson Antunes fez um teste para TV em 1988, mas foi somente em 1991 que ele recebeu o
convite de Luiz Fernando Carvalho, para estrear na novela "Renascer", na qual interpretou o
"jagunço" Damião. Sucesso de público e crítica, ganhou diversos prêmios, dentre eles, o Troféu
Imprensa e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).
Apesar de seu renome como ator na Rede Globo, Jackson Antunes também quis se dedicar à
Música e à Viola, às quais ele considera também como um outro meio de expressar seu apego à
Cultura Popular.

Foi graças ao cantador e compositor
Téo Azevedo,
também Mineiro do Norte e proprietário da
gravadora Pequizeiro, que Jackson Antunes conseguiu finalmente gravar seu primeiro CD
(Jackson Antunes Canta Téo Azevedo), após sete anos de negativas de diversas outras gravadoras.
Consta nesse CD, dentre outras, as músicas "Velho Chico" (Téo Azevedo - Corrêa Neto), "Réquiem A
Tião Carreiro" (Téo Azevedo), "Meu Orgulho É Ser Vaqueiro" (Téo Azevedo) e "Viola De Bolso"
(música de Téo Azevedo - versos do poeta Carlos Drummond de Andrade).

O segundo CD, Jackson também gravou pela Pequizeiro: "Jeitão de Caipira", em dueto com
Tião do Carro,
com destaque para inesquecíveis sucessos da Música Caipira Raiz, tais como "Terra Roxa"
(
Teddy Vieira),
"Travessia do Araguaia" (
Dino Franco
- Dicró dos Santos), "A Vaca Já Foi Pro Brejo" (
Tião Carreiro -
Lourival dos Santos
- Vicente Machado) e "Francisco De Assis" (
Tião do Carro -
José Caetano Erba).
O terceiro CD ("Jackson Antunes O Cantador Matuto Canta Luiz Gonzaga") também foi produzido
por
Téo Azevedo
e foi distribuído em bancas de jornais e revistas pela Panela Music. O mesmo
vendeu cerca de 20.000 cópias, mesmo tendo sido distribuído em apenas quatro Estados e sem
ter sido tocado no rádio nem na TV.
Jackson gravou também dois CD's declamados: "Nosso Coração Caipira" (pela Atração Fonográfica,
juntamente com
Chico Lobo),
e "Viver Em Paz" (pela COMEP - Edições Paulinas).
Em 2002, Jackson Antunes participou do show de
Pena Branca e
Chico Lobo,
no teatro
da UFF, comemorando os 25 anos da
Kuarup Discos,
a qual lançou também nesse mesmo ano
o CD "Veredas Do Grande Sertão", que é uma coletânea de músicas de seus CD's anteriores.
Jackson lançou também no mesmo ano pela
Kuarup
o CD "Pé De Serra", também produzido por
Téo Azevedo.
Ainda no mesmo ano de 2002, Jackson Antunes lançou pela
Kuarup Discos
o CD "Pé de Serra", produzido por
Téo Azevedo,
com gostoso "Sabor Nordestino", com a utilização de instrumentos músicais típicos
do forró, tais como a Sanfona, o Triângulo e a Zabumba. Destaque para "Ana Maria" (Janduhy
Finizola), "Canção da Saudade" (Accioly Neto), "O Cio do Grão" (Eliezer Setton), "Eu Me Lembro"
(Dominguinhos - Anastácia), Meu Cenário (Petrúcio Amorim) e "Vai Devagar Conceição" (Bráulio de
Castro), dentre outras, predominando os ritmos do Xote e do Baião.
Em 2003, Jackson homenageou o inesquecível ator e produtor Mazzaropi em seu CD "Quanta
Saudade Dá", pela Sony Music. E em 2004, lançou pela Atração Fonográfica o seu mais recente
CD, intitulado "Canções Para A Cabocla Que Amei". Curioso que nesse CD,
além do repertório bem brasileiro, como é o caso de "Jardim da Fantasia" (Paulinho Pedra Azul),
Jackson também revive alguns sucessos do tempo da Jovem Guarda, incluindo algumas versões, como
é o caso de "Domingo Feliz" (Beautiful Sunday) (D. Boone - R. McQueen).
Além dos CD's mencionados, Jackson Antunes também participa do CD "Nóis E A
Viola" das
Irmãs Galvão,
nas célebres declamações das músicas "Cabocla Tereza" (
Raul Torres -
João Pacífico)
e "Chico Mineiro" (
Tonico
- Francisco Ribeiro).
Jackson Antunes também tem participado todos os anos da tradicional Folia de Reis de Alto
Belo, no Norte Mineiro, festa essa promovida pelo seu conterrâneo
Téo Azevedo.
Mesmo sendo mais conhecido como ator do que como cantador, Jackson Antunes leva a sério o seu
investimento no campo da Música, o qual não considera como algo meramente passageiro.
Tive a felicidade de conhecer pessoalmente o Jackson Antunes por ocasião do IV Encontro de Folia
de Reis do Distrito Federal, que teve lugar na Unidade Demonstrativa do Pró-Rural na Granja do
Torto, nos dias 30/01, 31/01 e 01/02/2004 na Capital Federal (ver mais detalhes sobre esse
evento na página dedicada à dupla
Zé Mulato e Cassiano).
Também tive a felicidade de assistir a uma apresentação descontraída de Jackson Antunes cantando
e solando a Viola Caipira juntamente com seu conterrâneo do Norte de Minas, o
Téo Azevedo,
no restaurante "Consulado Mineiro" em São Paulo-SP, no dia 17/03/2004, numa noite de autógrafos
promovida por
Celia e Celma
(as famosas gêmeas mineiras que, além de formarem uma excelente dupla feminina, também são
autoras do excelente livro "Por Todos Os Cantos - Crônicas A Quatro Mãos", editado pela IBRASA
(Instituição Brasileira de Difusão Cultural Ltda.)).
E, na foto abaixo, em primeiro plano, da esquerda para a direita, Jackson Antunes,
Téo Azevedo
e a jovem Elisa, excelente Bandolinista do grupo de chorinho "Balaio de Gato", no Consulado
Mineiro, na Noite de Autógrafos de 17/03/2004. E ao fundo, o meu "cumpadre" Joselito,
grande Apreciador da Música Caipira Raiz.
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Joaci Ornelas:

Cantador, Compositor e Instrumentista, Joaci Ornelas nasceu em Salinas-MG, no Vale do Jequitinhonha, no ano de 1966.
Joaci conheceu as primeiras Influências Musicais ainda criança, ouvindo as Músicas cantadas pelos Foliões que visitavam
sua casa durante o período das Folias de Reis e ouvindo também bastante Moda de Viola que tocava nos programas de Rádio onde
morava.
Até que em 1980 Joaci Ornelas passou a residir em Belo Horizonte-MG, onde viveu sua adolescência. Foi também na Capital
Mineira que, paralelamente ao estudos tradicionais, Joaci também passou a estudar Violão, além de Teoria Musical, Harmonia
e História da Música Ocidental, na Escola de Artes de Belo Horizonte-MG. Joaci estudou Violão com os professores Adalberto
Santos e Tássio Moreira.
Na década de 1990, Joaci participou de Festivais Estudantis e, na mesma época, conheceu diversos Músicos ligados ao famoso
Clube da Esquina
(importante Movimento Musical fundado na década de 1960 por Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges, na esquina das
Ruas Divinópolis e Paraisópolis, no bairro de Santa Teresa em Belo Horizonte-MG).
Joaci também se uniu a um grupo de Artistas, Músicos, Escritores e Produtores que promovem o Movimento Artístico e Cultural
do Vale do Jequitinhonha. Nessa ocasião, Joaci conheceu o Escritor, Poeta e Jornalista João Evangelista Rodrigues, que
veio a ser seu principal parceiro musical. Joaci e João Evangelista desenvolvem vários Projetos Culturais e já compuseram
diversas Músicas juntos.

Na Viola Caipira, por outro lado, Joaci Ornelas é autodidata, com influência oriunda dos Violeiros
Zé Côco do Riachão,
Roberto Corrêa,
Tião Carreiro e
Renato Andrade,
além dos Mestres e Foliões do Norte das Minas Geraes.
E é com o Tradicional Instrumento Musical Caipira Raiz que Joaci Ornelas interpreta Modas, Cantigas e Batuques de Violeiros
do Interior Mineiro, além de "traduzir" Peças Musicais Barrocas e Renascentistas. Além disso, Joaci Ornelas também tem
suas próprias Composições tocadas na Viola Caipira, que é a essência principal do seu Trabalho Musical.

Quero aqui destacar o CD "Andejo" que Joaci Ornelas gravou no ano de 2005 e que reúne mais de uma década de Trabalho e
Pesquisa da Cultura Popular dos Vales do Rio São Francisco e Jequitinhonha, nas Minas Geraes.
São 16 belíssimas Músicas, sendo a maioria de autoria própria e também em parceria com João Evangelista Rodrigues, além de
"A Canção do Senhor", que é um arranjo coral para o famoso "Greens Leaves" (Melodia Tradicional Britânica) e também "Pau de
Atiradeira" (Papalo Monteiro), cujo Autor é Cantador e Compositor Baiano, além de Músicas de Domínio Público com elementos
importantes da Cultura Popular tais como Folia de Reis, Batuque e Cantigas de Roda, dentre outros, mostrando ao Apreciador
a Riqueza Musical presente nessas Tradições que foram de fundamental importância para a Formação Musical, Artística e
Humana de Joaci Ornelas.
O CD também conta com as participações de Dércio Marques (Cantador e Compositor Mineiro), John Rikcs (Músico e
Instrumentista Americano que também se dedica à Música Brasileira), Heliane Ferreira (Cantora Mineira que também divulga
nossa Música nos Estados Unidos), Dona Augusta ("Cantadeira" natural de São Julião-MG), além de Bruno Pimenta (Flauta),
Chico Lobo
(Viola), Anderson Oliveira (Violoncelo), Tatá Simpa, e também das Cantoras Ana Patrícia e Nádia Campos e dos Percussionistas
Carlinhos Ferreira, Eros Fresiq e Ana Luísa Tomishe.
O Show de Lançamento do CD "Andejo" teve lugar em 2005 na Sala Juvenal Dias, no Palácio das Artes em Belo Horizonte-MG.
De acordo com Joaci Ornelas
"A gravação deste disco foi como reunir em alguns minutos de hora Sertões e Guimarães,
Foliões e Congadeiros, Violas e Tambores, os Cantadores de Pé-de-Serra, Rios e Riachos de minha memória, São Francisco e
Jequitinhonha, água doce e pedra bruta, Renascença e Barroco, Veredas e Geraes, e tantas outras paisagens que se abrem ao
caminhar do Artista que tem em seu ofício traduzir em Música o sentimento seu do mundo - seus estigmas de dor, sua beleza
mística e natural, sua tristeza como herança e suas esperanças de transformação. Acredito que através da Arte nós podemos
intervir na construção da vida, dando-lhe sentido sem necessariamente razão. Sendo assim, a Arte pode ser muito mais que
objeto e objetivo, mas instrumento de Elevação de si mesma e da própria vida."
A citação acima se encontra no Site do Luthier
Luciano Queiroz.
Clique aqui
e conheça mais um pouquinho desse excelente Violeiro que é Joaci Ornelas no site
MySpace.
Clique nos lins abaixo e ouça três belíssimas faixas do CD "Joaci Ornelas - Andejo":
Tema De Saudade
(Joaci Ornelas)
Música Incidental:
Sodade Meu Bem Sodade (Zé do Norte)
Viola Caipira: Joaci Ornelas
(11ª Faixa)
Viola Brasileira
(Joaci Ornelas)
Viola Caipira, Violão, Caixa de Folia e Vozes: Joaci Ornelas
Pandeiro: Eros Frisiq
(12ª Faixa)
Viola Sentida
(Joaci Ornelas - João Evangelista Rodrigues)
Viola Caipira, Violão, Caixa de Folia e Vozes: Joaci Ornelas
Pandeiro: Eros Frisiq
Caxixi: Ana Luísa
(14ª Faixa)

Além de excelente Instrumentista, Joaci também desenvolve Projetos de Pesquisa e Registro Sonoro de Manifestações Culturais
no Estado das Minas Gerais, tendo também produzido Projetos voltados para criação de espaços para apresentações de vários
Músicos e Cantadores Mineiros e de outros Estados Brasileiros.
Participou também de diversos Programas de TV e também de diversos Eventos Musicais, dentre os quais merece destaque a
organização do I Seminário Nacional de Viola Caipira pela
Associação Nacional dos Violeiros do Brasil - ANVB
(sob o comando do Violeiro
Pereira da Viola)
e também a participação no Programa
Sr. Brasil,
apresentado pelo Cantador
Rolando Boldrin,
na
TV Cultura
de São Paulo-SP, e no Programa "Viola Brasil", apresentado pelo
Chico Lobo,
na
TV Horizonte.
Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Gonzaga Medeiros,
Pereira da Viola,
a Secretária Eleonora Santa Rosa, Wilson Dias e Joaci Ornelas, na
Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais,
no dia 26/06/2007, quando a Secretária Eleonora Santa Rosa recebeu a visita de Violeiros da
Associação Nacional dos Violeiros do Brasil - ANVB:
E, na foto abaixo, da esquerda prá direita, Joaci Ornelas e
Rolando Boldrin,
no programa
Sr. Brasil,
que foi ao ar no dia 01/01/2008 pela
TV Cultura
de São Paulo-SP:
Contato para shows e venda de CDs:
(31) 9744-7122
e-mail:
joaciornelas@ig.com.br
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João Araújo e Viola Urbana:

A Viola Caipira é também riquíssima em participações nos mais diversos estilos da nossa Boa Música Brasileira e, mesmo
quem não gosta do estilo, eu, particularmente, recomendo que procure conhecer melhor esse maravilhoso Instrumento Musical
que interpreta também com maestria a Música Erudita, a Seresta e também já esteve presente até mesmo na "Era de Ouro dos
Festivais" da MPB (basta lembrar o sucesso de "Disparada" (Geraldo Vandré - Théo de Barros))!

E, foi com satisfação que, no primeiro semestre de 2005, recebi alguns e-mails de João Araújo, que reside na Capital Mineira e
desenvolve um Projeto Musical muito interessante que mostra a Viola não só na nossa genuína Música Caipira Raiz e no
nosso Riquíssimo Folclore, como também em diversos estilos de nossa Boa Música Brasileira. Faço questão de reproduzir aqui
na íntegra o texto escrito pelo próprio João Araújo, com sua trajetória musical e com a história do excelente grupo musical
mineiro que é o "Viola Urbana":
"
João Araújo é Cantor, Compositor, Instrumentista, Produtor e Cronista. Natural de Contagem, Minas Gerais, começou a
aprender a tocar Violão aos 12 anos de idade, nos idos de 1979, por causa da insistência de Zé Antônio (que hoje faz parte
do Grupo Viola Urbana).
Em 1996 e 1997 dirigiu dois laboratórios musicais no Colégio Anchieta, em Belo Horizonte-MG, ambos voltados à iniciação
musical de jovens: O Grupo Vocal e o Curso de Monitoramento à Distância de Violão Popular.
Em 1998 coordena o Grupo Muleke, só de adolescentes, que começam do zero e formam uma banda de samba que chegou a se
apresentar pra 5.000 pessoas, no carnaval do ano seguinte.
Em 1999, participa ainda como arranjador, instrumentista e segundo vocalista do grupo de Márcio Guima, sobrinho de Clara
Nunes, no show "Salve Clara, Salve ela", em homenagem aos 15 anos de falecimento da grande cantora mineira.
Começou a tocar profissionalmente com mais freqüência a partir desse ano, 1999, em função da gravação de seu primeiro CD
(Festival), que é uma amostra das suas composições bem do seu jeito: completamente irriquieto, sem gostar de ficar se
repetindo num mesmo estilo, e atuando em várias frentes ao mesmo tempo.
Em 2003 coloca no ar seu
Site Pessoal,
e começa a narrar as histórias reais que passou como músico da noite, em forma de crônicas.
Em 2004 começa o projeto Viola Urbana, formando o grupo com Zé Antônio (Viola),
Marisa Minas (Violão e Voz - Esposa de Zé Antônio) e Ronan Peres (Percussão) para
comemorar 25 anos de aprendizado, admiração e respeito à música de seu país.
Produz o CD e o
Site
com a pesquisa Viola Urbana, a serem
lançados em 2005, quando também participa como colaborador do Projeto Signus do Universo Roseano, um trabalho de resgate
e registro de valores culturais junto à comunidade de Cordisburgo-MG. Terra da Gruta de Maquiné e de Guimarães Rosa,
Cordisburgo também é terra natal de seu avô, João Pança, para quem prepara, paralelamente, um livro-homenagem com as
histórias dele que as pessoas da cidade ainda contam, mesmo após 25 anos de falecimento!
Alguns locais onde João Araújo já se apresentou: Shoppings de Belo Horizonte: Cidade, Minas, Jardim, Pampulha, Norte,
Villaggio (Gutierrez), Hot-Point (Cidade Nova), Buritis; Parque das Mangabeiras (Belo Horizonte-MG), Minas Tênis Clube II
(Belo Horizonte-MG); Projeto Cultural do PREPS PUC (Belo Horizonte-MG); Restaurante Xapuri Pampulha (Belo Horizonte-MG);
Restaurante Mafunfo (Contagem-MG); SESI–Minas e Clube da FIAT (Betim – MG); Rio de Pedras Balneário (Itabirito–MG);
Hotel Ipê Amarelo (Esmeraldas–MG); Panela de Pedra e Petras (Serra do Cipó-MG); Petisqueira do Romeu (Macacos-MG);
JP Restaurante, Armazém & Alambique (Sabará-MG); Canto da Siriema (Jaboticatubas-MG).
"
Quero também deixar a palavra para que o próprio João Araújo nos fale sobre o conjunto "Viola Urbana":

"Viola Urbana,
é um trabalho de pesquisa sobre a influência da Viola Caipira na Música Popular Brasileira.
Patrocinado via Lei Federal de Incentivo à Cultura, pela CEMIG e pelo Governo do Estado de Minas Gerais, o CD e o
Site
tentam contar como esse mágico instrumento, antigamente conhecido apenas como "rural"
, conquistou a "cidade-grande".
Fruto do reencontro do ex-aluno João Araújo com o professor Zé Antônio, que comemoravam 25 anos de paixão pela verdadeira
Música Brasileira, somam-se as valiosas presenças de Marisa Minas e Ronan Peres nesta homenagem à uma nova geração de
Tocadores de Viola que, embora sendo da 'Era do Celular e da Internet'
, têm profundo respeito e admiração às Raízes
da nossa Cultura. O CD foi gravado no Estúdio Bemol, em Belo Horizonte-MG, sob a direção de Geraldo Vianna, e teve
ainda as participações 'prá-lá-de-especiais'
de
Roberto Corrêa,
Chico Lobo
e Fernando Sodré.
A pesquisa, pelo site, apenas está iniciada; via