Sérgio Reis









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Sérgio Bavini, Paulistano de Santana, Zona Norte da Capital Paulista, nascido em 23/06/1940, após um período cantando rock (com o pseudônimo Johnny Johnson), viveu um período de sucesso como intérprete da "Jovem Guarda".

Nessa época (1967) Tony Campelo (irmão da falecida cantora Cely Campelo, famosa intérprete da "Geração Estúpido Cupido") era produtor da gravadora Odeon; tendo gostado da voz do Serjão, convidou-o a gravar e saiu o "compacto duplo" de vinil 7BD 1121 (acima à direita), com as músicas "Coração de Papel" (Sérgio Reis), "Qual a Razão" (Sérgio Reis), "Fim de Sonho" (Sérgio Reis) e "Nuvem Branquinha" (Sérgio Reis). Após quase uma década desde as primeiras tentativas musicais em 1958, o sucesso finalmente começava a acontecer.

Tony Campelo, por sinal, foi produtor dos discos de Sérgio Reis durante 28 anos, tanto na Odeon (hoje EMI) como também na RCA (hoje BMG).

Merece destaque um fato curioso sobre a composição do "Coração de Papel" (Sérgio Reis): tendo o Serjão brigado com a namorada Ruth (que posteriormente veio a ser sua esposa), começou a escrever a letra de uma música e, desistindo da tarefa, jogou fora o pedaço de papel ("... meu coração está amassado como aquela folha de papel..." - comentaria Sérgio Reis com sua mãe, Dona Clara). Veio num instante a idéia; ele pegou o Violão e rapidamente foi composto o seu primeiro grande sucesso!

Sérgio Reis também lembra seu visual: "Terno de 'lamê dourado' com botões pretos, faixa na cintura, sapato de verniz preto com fivelona dourada, camisa de 'smocking de babadinho' e gravatinha borboleta preta".

Houve um certo esquecimento entre o "Coração de Papel" em 1967 e o "Menino da Gaita" ("El Chico D' El Armônica") (Fernando Arbex - versão: Sérgio Reis) em 1972, sendo que essa música ocupou os primeiros lugares nas paradas de sucesso, tendo sido apresentada inclusive no famoso "Globo de Ouro" (a famosa "Super Parada Mensal" da Rede Globo, na década de 1970). Causou admiração na época, no meio musical, a notável proeza de, "fazer sucesso, ser esquecido e se reerguer..."

E foi com o sucesso do "Menino da Gaita" que começaram as temporadas por diversos lugares do Interior do Brasil. Num belo dia, em Tupaciguara-MG, cidade natal da cantora Nalva Aguiar e que faz divisa com o Estado de Goiás, Sérgio Reis havia acabado seu show e, em seu lugar, o conjunto da casa (a Boate "Cafona") subiu ao palco e cantou a famosíssima composição de Teddy Vieira e Luizinho, o "Menino da Porteira". Serjão se admirou com o aplauso e com a receptividade que teve a música no lugar e "sentiu que muita coisa boa precisaria ser reavivada".

Teddy Vieira, por sinal, era diretor da Área Sertaneja da Chantecler em 1958, e havia dado bons incentivos ao iniciante Sérgio Bavini (que na época, havia decidido escolher o nome artístico de Sérgio Reis, já que Reis era o sobrenome de sua mãe, embora não tivesse sido registrado com o mesmo).

Na época do show em Tupaciguara-MG, Teddy Vieira de Azevedo (que havia sido um grande amigo do Serjão) já não estava mais neste mundo: Teddy faleceu tragicamente em 1965 num acidente de carro próximo à Itapetininga-SP, quando faltava apenas uma semana para completar 43 anos. E, naquele momento, seu "Menino da Porteira" renascia numa circunstância totalmente inusitada...

Não deu outra: na noite seguinte incluiu no show "Menino da Porteira" (Teddy Vieira - Luizinho) e, na terceira noite, incluiu também "João de Barro" (Teddy Vieira - Muybo César Cury), a qual foi bastante aplaudida e "bisada" quatro vezes!! A decisão estava tomada... Não havia dúvida!! A "Estrada de Ouro Fino" seria seu caminho a partir daquele momento!

Em 1973, com a gravação da Célebre "Menino da Porteira" (Teddy Vieira - Luizinho), Serjão mudou radicalmente seu estilo, "para nossa felicidade", e passou a interpretar a Música Caipira, tendo inovado na instrumentação, sem ter descaracterizado a essência desse Gênero Musical. Também "mudou o visual", passando a usar inclusive o famoso chapéu de cowboy. Tony Campelo inclusive, deu o incentivo: "Ô Grandão: agora você vai ter que assumir, de vez, essa sua pinta de vaqueiro texano..."

Os "modelitos de lamê" foram, portanto, trocados pelos chapéus e botas de cowboy e Serjão "tirou finalmente o berrante do armário" (Serjão já tinha ganho um berrante de um amigo - Gilberto Roque - de Tabatinga-SP em 1971). Sérgio Reis hoje tem "coleção de berrantes", das viagens pelo Brasil afora...

Aliás, por causa do chapelão de cowboy americano, Sérgio Reis chegou a ser barrado no "Som Brasil" (na Rede Globo, aos Domingos pela manhã, no início da década de 1980), já que o programa apresentado por Rolando Boldrin valorizava bastante as tradições regionais, as conversas de "cumpadi", a Boa Música Raiz, e, conseqüentemente, não admitia o uso de play-back nem guitarra.

E pensar que Tony Campelo já havia desejado antes que um "artista jovem" pudesse defender a Música Sertaneja ("já ameaçada de extinção", naquela época...), pois achava que, dessa forma, ela se renovaria, e ampliaria seu público. Tony Campelo havia inclusive sugerido a Deni e Dino, famosa dupla da Jovem Guarda, que aderissem ao estilo, o que a eles não interessou. "Olha só o que perderam, Nossa Senhora!"... foi o comentário de Sérgio Reis!

Graças ao Serjão e ao "Menino da Porteira", grandes compositores como Teddy Vieira, Anacleto Rosas Jr., Angelino de Oliveira, Raul Torres e muitos outros também puderam ser conhecidos por novas gerações de apreciadores, através de novas gravações de suas obras primas!

Eu, particularmente, devo ao "Serjão" o meu gosto pela Música Caipira, já que durante minha adolescência nos anos 70 foi que conheci, na voz dele, novas gravações de páginas imortais do repertório Caipira Raiz como por exemplo "Menino da Porteira" (Teddy Vieira - Luizinho), "João de Barro" (Teddy Vieira - Muibo César Cury) e "Mágoa de Boiadeiro" (Índio Vago - Nonô Basílio). Alguns anos depois, passei a me interessar em ouvir as mesmas páginas musicais em suas interpretações originais e, foi crescendo cada vez mais meu gosto pela Música Caipira Raiz! Na época, estava no auge do sucesso o famoso Programa do Zé Béttio na Rádio Record de São Paulo-SP.

À esquerda, a capa do LP lançado em 1973 (ao que consta, só no Vinil; não encontrei o mesmo em CD), o qual contém diversas músicas ainda no estilo "Jovem Guarda", e também a célebre "Menino da Porteira" (Teddy Vieira - Luizinho); esse disco foi, portanto, o "marco decisivo" na brilhante carreira de Sérgio Reis, quando ele passou a ser grande defensor da nossa Boa Música Caipira.

A Cidade de Ouro Fino-MG, por sinal, no mês de Março de 2001, comemorando seus 252 anos, inaugurou a "Estátua do Menino da Porteira", em cuja solenidade Sérgio Reis foi homenageado, tendo colocado sua mão no Monumento, deixando desse modo sua "Marca Eternizada" na cidade, a qual seus moradores consideram que a mesma é conhecida em todo o Brasil, graças a existência do "Serjão" que gravou e fez bastante sucesso com a célebre música de Teddy Vieira e Luizinho. Na foto abaixo, a placa comemorativa, a mão e o autógrafo do Serjão!



Lembrar que a gravação do "Menino da Porteira" pelo Sérgio Reis se deu em 1973, ou seja, 18 anos depois da gravação feita por Luizinho e Limeira pela RCA (hoje BMG).


Em 1975 o LP "Saudade da Minha Terra" trazia uma verdadeira coletânea que se constituía do "melhor do melhor" dos Clássicos Caipiras: "Rio de Lágrimas" (Tião Carreiro - Lourival dos Santos - Piraci), "Chalana" (Mário Zan - Arlindo Pinto), "Pingo d' Água" (João Pacífico - Raul Torres), "Chico Mineiro" (Tonico - Francisco Ribeiro), "Tristezas do Jeca" (Angelino de Oliveira), "Coração de Luto" (Teixeirinha), "Cavalo Preto" (Anacleto Rosas Jr.), "Pé de Cedro" (Zacarias Mourão - Goiá) e também a faixa título "Saudade da Minha Terra" (Goiá - Belmonte), entre outras. A excelente vendagem rendeu ao Serjão um "Disco de Ouro"!!

“Sérgio Reis foi também o primeiro intérprete de Música Sertaneja que conseguiu vencer mais um preconceito, conseguindo que sua música passasse a ser tocada também nas emissoras FM, deixando de ficar restrita somente às AM's. Ao que consta "Menino da Porteira" (Teddy Vieira - Luizinho) foi a primeira Música Caipira a ser tocada numa emissora FM, e isso se deu no Interior de São Paulo.


Na TV, Serjão já participou de três novelas: "Paraíso" em 1982, na Rede Globo; "Pantanal" em 1990 na extinta TV Manchete; "O Rei do Gado" em 1997 na Rede Globo – onde Sérgio Reis, juntamente com Almir Sater interpretou a dupla fictícia "Pirilampo e Saracura" (ver capa do CD acima à esquerda, com a trilha sonora da novela, com a foto da dupla).

No cinema foram três filmes de grande sucesso: “O Menino da Porteira” (1976), sob a direção de Jeremias Moreira Filho; “Mágoa de Boiadeiro” (1978), de Venceslau M. Silva; e “O Filho Adotivo” (1982), de Deni Cavalcante.

Sérgio Reis gravou mais de 40 LP's e CD's atingindo a vendagem de 16 milhões de cópias. Violas, Sanfonas, Berrantes, Guitarras, Teclados Modernos, Violinos, Gaitas, Bateria e Percussão fazem parte da instrumentação e da fórmula para o seu sucesso. Como já foi mencionado, Sérgio Reis inovou na instrumentação, "aumentou a potência sonora", sem no entanto descaracterizar a Música Caipira. Nos shows de Serjão seu enorme berrante pode ser ouvido por dezenas de milhares de pessoas, graças a todo aparato eletrônico de que dispõe, equiparados em potência aos equipamentos das "bandas de rock". Sem dúvida, o som longo e triste do berrante, emociona o enorme público que comparece em massa aos shows de Sérgio Reis, que menciona que a despeito de toda a parafernália de sua banda, não deixou de ser aquele boiadeirão que conhece as velhas trilhas de pé de serra, povoadas por cabeças de boi, meninos das porteiras, caboclas terezas e jecas tristes.

Serjão também complementa: "Sou sertanejo, sou romântico, sou popular, sou tudo. Não posso é subir num palco com duas violinhas - quem iria me ouvir?"

E, também como Empresário, Sérgio Reis dirige seu empreendimento, a "Sérgio Reis Produções e Promoções Artísticas", empresa com cerca de 70 funcionários, no bairro de Santana, onde nasceu e onde mora atualmente com sua esposa e seus dois filhos. E também administra duas fazendas de gado, no Interior Paulista e no Estado de Goiás. Serjão gosta da estrada... dos shows... dos empreendimentos... "ao contrário do "Amigo Pantaneiro" Almir Sater que prefere ficar em sua fazenda no Pantanal, tocar sua viola, cuidar dos seus bois, só trabalhando quando precisa de dinheiro", como nos conta o próprio Sérgio Reis.

É notável como que, num mercado altamente voraz, que não quer saber de artistas que não alcancem metas de altíssimos lucros, Serjão "continua mantendo o touro bem preso no laço", apostando no público "híbrido", por assim dizer, que tanto gosta do som da viola, como também dos teclados, e também dos vaqueiros em suas picapes importadas, e que gosta dos rodeios do interior, onde se ouvem ritmos texanos... rodeios esses que mobilizam milhares de pessoas o ano inteiro em cidades do Interior de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul. É o filão principal do Serjão que chegou inclusive a montar uma estrutura capaz de levá-lo a cerca de 15 diferentes cidades por mês!

Aliás, como bem definiu Rosa Nepomuceno, em seu livro "Música Caipira - Da Roça ao Rodeio", na página 361: "Sérgio Reis: O Berrante Amplificado do Rei do Gado".

E, conforme já mencionei nessa página, foi, em grande parte, graças ao Sérgio Reis que um dia eu comecei a gostar de Música Caipira, já que, assim como Renato Teixeira e Passoca, eu também nasci na Cidade de Santos, ou seja, não nasci no Interior, no entanto, quanto mais leio e quanto mais ouço, mais aprecio esse maravilhoso estilo musical que é a Música Caipira Raiz!! E, que ótimo que temos os Caipiras do Interior e também os "Caipiras Metropolitanos" que tanto enriquecem nosso Repertório Raiz!!

Foi em 2003 (o primeiro ano desse site) que elaborei o resumo biográfico do "Serjão", no entanto, mais de 5 anos depois, em Novembro de 2008, foi que tive a felicidade de poder conhecer pessoalmente esse excelente Músico a quem, conforme já mencionei, devo o gosto que possuo hoje pela autêntica Música Caipira Raiz!


Na foto abaixo, Sérgio Reis e a Dupla Leyde e Laura, no dia 27/11/2008, por ocasião da gravação do Programa "Raízes do Sertão", que o Serjão apresentava nos 1000 kHz da Rádio Record de São Paulo-SP:




Na foto abaixo, da esquerda prá direita, Ricardinho, Leyde, Laura e Sérgio Reis, também no dia 27/11/2008, por ocasião da gravação do Programa "Raízes do Sertão":




Na foto abaixo, o Radialista José Francisco (que apresenta junto com Maikel Monteiro o Programa Brasil Caboclo nos 630 kHz da Rádio Paraná Educativa (e-Paraná) - AM de Curitiba-PR, no ar todos os Domingos das 07:00 às 09:00 da manhã), e Sérgio Reis, no dia 27/11/2008, por ocasião da gravação do Programa "Raízes do Sertão", o qual contou com a participação da Dupla Leyde e Laura:




Na foto abaixo, no mesmo dia, o Radialista José Francisco e Sérgio Reis, por ocasião da gravação do Programa "Raízes do Sertão":




E, na foto abaixo, no mesmo dia, Ricardinho e o Serjão, na gravação do mesmo Programa "Raízes do Sertão":




É importante mencionar que esse dia 27/11/2008 foi para mim "bastante especial", pois, a convite de Leyde e Laura, estando pela primeira vez num dos Estúdios da Rádio Record de São Paulo-SP, eu recordei o final da Década de 1970, mais exatamente o ano de 1977, quando contava meus 16 anos de idade e já estava gostando cada vez mais da Música Caipira Raiz e, nessa época, era Estudante do Curso Técnico Ceramista na Escola SENAI Armando de Arruda Pereira, em São Caetano do Sul-SP, e um dos programas de Rádio que mais gostava de ouvir era o famosíssimo Programa do Zé Béttio nos famosos 1000 kHz da Emissora já mencionada que é a Rádio Record de São Paulo-SP!! Emissora que, além do Programa do Zé Béttio, e também do inesquecível "Linha Sertaneja Classe A", também foi a Emissora onde Raul Torres apresentou seu inesquecível Programa "Os Três Batutas Do Sertão" até o final de seus dias...

E foi também nesse mesmo ano de 1977 que tive a felicidade de assistir num Cinema em Santo André-SP ao filme "O Menino Da Porteira" com o Serjão no Papel Principal, representando o Boiadeiro Diogo!!


Quero aqui convidar o Apreciador a visitar o Site Oficial de Sérgio Reis, com release, fotos (inclusive antigas!!), vídeos, discografia, acesso ao seu "Fã-Clube", cifras para Violão, contatos e material disponível para download.


Quero também parabenizar o Serjão pelo merecidíssimo Prêmio Grammy Latino que ele conquistou pela segunda vem em 2009, pelo seu excelente CD "Coração Estradeiro"!!

Trata-se de um excelente CD que o Serjão gravou em 2008, com destaque para "Triste Berrante" (Adauto Santos), "Herói Sem Medalha" (Sulino), "Hoje Ninguém Fica Só" (Nando Cordel - Dominguinhos - Sérgio Reis), "Terra Genuína" (Roberta Miranda), "Quando Uma Sanfona Toca" (Jefferson Farias - Nino) e "Comitiva Esperança" (Almir Sater - Paulo Simões), apenas para citar algumas!! O CD também conta com as participações especiais de Roberta Miranda, Dominguinhos e da Dupla "Durval e Davi"!!

Além de ter ganho pela segunda vez o famoso "Oscar da Música", Serjão foi também o Artista Brasileiro que mais vezes recebeu Indicações para esse famoso Prêmio!!

Parabéns, Serjão!!! Parabéns pelo que você representa para a nossa Boa Música Brasileira e também para a Música Caipira Raiz!!! Receba aqui mais uma vez um grande abraço do Ricardinho!!!




Na foto abaixo, minha Esposa (Netinha) e o Serjão, numa tarde descontraída no Mercado Municipal de São Paulo-SP, no dia 02/04/2010:



Na foto abaixo, de autoria de minha Esposa (Netinha), Ricardinho e Serjão, na mesma tarde descontraída no Mercado Municipal de São Paulo-SP, no dia 02/04/2010:



E, na foto abaixo, Fabíola e Luciana (duas amigas de minha Esposa) com Sérgio Reis, na mesma tarde descontraída no Mercado Municipal de São Paulo-SP, no dia 02/04/2010. Foto também de autoria de minha Esposa (Netinha):




Na foto abaixo, um momento descontraído de Zé Mulato, Sérgio Reis e o Radialista Roldão Bueno, na noite de 18/01/2011, no Minas Centro, em Belo Horizonte-MG, por ocasião da entrega do Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira! Serjão recebeu o Prêmio Rozini, na Categoria "Homenageados", enquanto que a Dupla Zé Mulato e Cassiano recebeu o Prêmio na Categoria "Dupla Masculina". E o Radialista Roldão Bueno foi premiado na Categoria "Programa De Rádio" pelo seu excelente Programa Casa de Caboclo, que vai ao ar aos Sábados, das 13:00 às 14:30, nos 1380 kHz da Rádio Integração AM de Toledo-PR!





Obs.: As informações contidas no texto desta página são originárias principalmente do Livro "Música Caipira - Da Roça ao Rodeio" de Rosa Nepomuceno, bem como do Site Oficial de Sérgio Reis e também do CliqueMusic da UOL. Ver mais detalhes e links na página Para saber mais... onde constam as Referências Bibliográficas sem as quais a elaboração deste site teria sido impossível.



Essa viagem pela Música Caipira Raiz continua: Clique aqui e pegue o trem, que ele agora irá para Tupaciguara-MG, no Triângulo Mineiro, a cidade-natal dessa cantora bastante versátil que, desde os três anos de idade, já sonhava ser Cantora e, após cantar em festas e também em emissoras de rádio da região, mudou-se para a Capital Paulista, atraída pela Jovem Guarda que estava no auge. Mas a sua belíssima voz interpretando de forma impecával o Repertório Caipira Raiz é seu grande destaque nesse site. Conheça um pouquinho da trajetória dessa Cantora e Atriz, considerada como A Grande Dama da Música Sertaneja, que é a Nalva Aguiar.




Ou então, se você preferir outro compositor ou intérprete, clique aqui e "pegue outro trem para outra estação", na Página-Índice dos Compositores e Intérpretes.















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